Mostrar mensagens com a etiqueta José Sócrates. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta José Sócrates. Mostrar todas as mensagens

domingo, 5 de junho de 2011

José Sócrates: “Estou profundamente grato aos portugueses por me terem dado a oportunidade e a honra de servir o meu país e os meus compatriotas”



José Sócrates anunciou que pediu ao presidente do PS que desencadeie com urgência o processo para eleger uma nova direção do PS, dizendo que se afastará da primeira linha política e que não ocupará qualquer cargo político.

Leia aqui o discurso na íntegra...

quinta-feira, 26 de maio de 2011

José Sócrates manifesta “orgulho” no trabalho desenvolvido pelo programa Novas Oportunidades



Inserido de: www.ps.pt

José Sócrates dedicou hoje a manhã de campanha ao programa Novas Oportunidades para manifestar “orgulho” no trabalho desenvolvido e acusar o líder do PSD de “pôr em causa a dignidade” dos frequentadores desta iniciativa.

“E eu fui ao centro Novas Oportunidades dizer a todos os formadores e formandos que temos orgulho no trabalho deles e que o trabalho deles é importante para a sua vida, para as empresas, mas também muito importante para o país”, disse José Sócrates, depois de ter visitado um centro de formação do programa Novas Oportunidades, na Amadora.

A visita ao centro, onde contactou com formandos, formadores e funcionários, serviu ainda para reiterar a crítica a Pedro Passos Coelho pelas dúvidas que o líder do PSD levantou acerca deste programa lançado pelo Governo.

“Parece que o líder do PSD não se lembrou de melhor do que pôr em causa a dignidade dessas pessoas, dizendo que elas estão certificadas pela ignorância. Pois eu acho que quem fala assim não só não tem respeito pela dignidade de quem faz um esforço para voltar a estudar como também não percebe que o principal problema do país é a falta de certificações. Essa gente deve ser elogiada e não vilipendiada como fez o PSD”, referiu.

Acompanhado pelo cabeça de lista do PS por Lisboa, Ferro Rodrigues, e por outros candidatos pelo distrito – Alberto Costa, Maria de Belém, Jorge Lacão ou Marcos Perestrello -, o líder socialista acusou ainda Passos Coelho de ter cometido um “duplo erro” ao levantar dúvidas acerca do programa.

“Aquilo que o líder do PSD disse quando se referiu às Novas Oportunidades foi um duplo erro porque atacou a dignidade das pessoas, mas também porque pôs em causa o esforço que o país tem de fazer para melhorar as certificações e as habilitações em toda a mão de obra nacional”, considerou.

Após a visita ao centro Novas Oportunidades, Sócrates percorreu uma rua do centro da Amadora em frente à estação de caminho de ferro, sempre sob chuva intensa.

Esteja sempre actualizado relativamente à campanha eleitoral do PS



http://www.ps.pt/legislativas2011/

Sócrates "chocado" com declarações de Passos Coelho sobre lei do aborto



Inserido de: SIC Notoicias

O líder do PS, José Sócrates, manifestou-se hoje "chocado" com as declarações de Pedro Passos Coelho a propósito da interrupção voluntária da gravidez, considerando que o líder social-democrata "adapta as convicções às conveniências". Também a vice-presidente da bancada parlamentar do PS, Ana Catarina Mendes, defendeu que reavaliar a lei do aborto pode pôr em causa as conquistas de dignidade e saúde das mulheres.

"Fico chocado com essa declaração do doutor Passos Coelho e acho que isso não é admissível", disse, no final de uma ação de rua no centro da Amadora.

Em declarações à Rádio Renascença, o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, defendeu que a última lei do aborto aprovada pelo Parlamento -- que despenaliza a Interrupção Voluntária da Gravidez até às dez semanas - pode "ter ido um pouco longe demais" e tem de ser reavaliada, não excluindo a possibilidade de realização de um novo referendo sobre a matéria.

"Conheci essa declaração há pouco e devo dizer-vos que estou chocado com isso. O líder do PSD mostrou hoje que afinal de contas adapta as suas convicções às suas conveniências e que muda de opinião segundo os auditórios. Isso já tínhamos percebido (...) então agora é que o doutor Passos Coelho entende dizer ao país que não está de acordo com a lei? Agora é que pretende fazer um recuo naquilo que foi uma expressão genuína da vontade dos portugueses?", disse.

E acrescentou: "Se o doutor Passos Coelho pretendia mudar a lei do aborto deveria tê-lo posto no seu programa, devia tê-lo assumido há muito tempo". Para Sócrates, a despenalização da interrupção voluntária da gravidez "foi uma mudança que pôs o país à altura dos tempos".

O secretário-geral socialista comentou ainda que o país "não precisa desse tipo de lideranças", que considerou "pouco preparadas e sempre disponíveis para mudar em função do auditório e de quem os ouve".

"Não se muda de convicção consoante as conveniências", declarou.

José Sócrates salientou ainda que já foram feitos "dois referendos" sobre a despenalização do aborto, a últimas das quais "foi muito concludente".

"O doutor Passos Coelho é que anda sempre a mudar de programa. Então porque é que não escreveu isso no seu programa?", acrescentou.

"Conquistas de dignidade e saúde das mulheres"

A vice-presidente da bancada parlamentar do PS defendeu também hoje que reavaliar a lei do aborto porque "talvez se tenha ido longe demais", como propôs o líder do PSD, pode pôr em causa conquistas "essenciais" de dignidade e saúde.

"Esta foi uma lei pela qual a sociedade portuguesa lutou durante muitos anos, foi alvo de um referendo e de um amplo debate na sociedade portuguesa", disse à Lusa Ana Catarina Mendes, acrescentando que a lei representa duas coisas essenciais.

"A primeira é a dignidade para consigo própria e a segunda é poder realizar uma interrupção da gravidez em condições de saúde que não a coloquem em perigo", explicou a deputada.

"Essas duas conquistas não podem hoje ser colocadas em causa sob pena de estarmos a retroceder significativamente na sociedade portuguesa no que diz respeito aos direitos fundamentais do cidadão", sublinhou.

Lusa

quarta-feira, 25 de maio de 2011

José Sócrates: “Eu não tenho medo das autonomias regionais”


Inserido de: www.ps.pt

O secretário-geral do PS frisou hoje que sempre esteve ao lado do presidente do Governo dos Açores, Carlos César, em defesa do aprofundamento da autonomia, numa referência implícita à polémica sobre o Estatuto Político Administrativo desta região.

José Sócrates falava num jantar comício em Ponta Delgada, onde fez um longo discurso perante cerca de 1700 pessoas. Referiu-se indirectamente à controvérsia em torno do Estatuto Político Administrativo dos Açores, alvo de veto por parte do Presidente da República e chumbado pelo Tribunal Constitucional em 2009.

“Venho aqui aos Açores pedir a vossa confiança e faço-o olhos nos olhos, porque ao longo destes seis anos nunca o Governo da República faltou às justas aspirações dos açorianos. Eu estive ao lado dos Açores quando se discutiu a questão da autonomia e quando os Açores reclamavam muito justamente mais direitos de audição para os órgãos legítimos regionais”, disse.

Sócrates assumiu-se depois como um político que olha para a autonomia “como uma questão de aprofundamento da unidade nacional, que serve ao todo nacional”.

“O aprofundamento [da autonomia dos Açores] é uma condição de coesão e de unidade nacional. Estive ao lado de Carlos César nessa batalha que sempre me pareceu justa, porque eu não tenho medo das autonomias regionais”, acrescentou, recebendo uma prolongada salva palmas.

Depois, Sócrates deixou um rasgado elogio aos açorianos.

“Eu conheço bem o contributo que os Açores sempre deram para a afirmação nacional, para a História de Portugal e nunca recusei estar ao lado do Governo Regional dos Açores no sentido de se colaborar nos projectos de interesse estratégico”, disse.

Em contraponto aos partidos da oposição, José Sócrates disse que o PS se apresenta nas eleições “como a força da moderação, da responsabilidade e que pretende dar segurança aos portugueses”.

“O país já pagou um custo pela irredutibilidade de muitos, pagou um custo pelo sectarismo e radicalismo. É tempo de os líderes políticos perceberem que o momento é de criarem um clima propício a entendimentos, não de radicalismo, sectarismos e agressividade. É tempo de pensarem no país e não nos seus interesses próprios, nas suas carreiras ou nos seus interesses partidários”, acrescentou.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Sócrates reage a sondagem SIC que dá empate técnico PS-PSD

António José Teixeira comenta sondagem SIC que dá empate técnico PS-PSD

PS e PSD empatados na primeira sondagem diária da SIC




PS e PSD estão em situação de empate técnico, de acordo com o resultado da primeira sondagem que a partir de hoje a SIC, o Expresso e a Rádio Renascença passam a publicar diariamente até ao fim da campanha eleitoral.

Acompanhe a sondagem diária na SIC

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Debate - José Sócrates e Passos Coelho (RTP1 / 20.Maio)



Texto inserido de www.rtp.pt

Num debate onde foram apresentadas muito poucas propostas concretas sobre o futuro do país, a primeira metade do frente-a-frente entre os líderes do PS e do PSD foi caracterizada por uma autêntico braço de ferro em torno de quem comandava os temas a colocar à discussão. (veja aqui o debate na íntegra)

Sócrates começou por apresentar um relatório assinado por Passos Coelho enquanto administrador da Fomentinvest (de 2010, em relação à situação económica de 2009) em que este último assumiu a dimensão internacional da crise financeira portuguesa e, mais à frente, citou diversas posições do presidente do PSD sobre saúde, acusando-o de pretender "destruir" o Serviço Nacional de Saúde.

Passos Coelho, pelo contrário, procurou colocar a questão central do debate nos seis anos de Governo de José Sócrates, acusando o secretário-geral do PS de querer discutir as ideias do PSD para encobrir "a vacuidade" do programa do PS, de pretender fugir às suas responsabilidades enquanto primeiro-ministro, depois de deixar o país à beira "da bancarrota", com 700 mil desempregados, de ter cortado salários e prestações sociais.

"O senhor vai a votos como primeiro-ministro", mas é espantoso a dificuldade que tem em discutir as suas responsabilidades", disse Passos Coelho, ouvindo a seguinte resposta de Sócrates: "Sou responsável por todas as medidas difíceis, nunca virei a cara às dificuldades, mas o senhor é responsável pela abertura de uma crise política, que levou Portugal a pedir ajuda externa".

Sócrates acusa Passos de maledicência
O presidente do PSD criticou ainda a execução do Orçamento para 2011 dizendo que a redução da despesa está a ser feita pela metade, o que levou o primeiro-ministro e secretário-geral do PS a acusá-lo de maledicência.

"A execução orçamental que foi hoje divulgada e que, pelos vistos, gera a satisfação ao senhor engenheiro Sócrates, gera a maior preocupação para quem pode vir a ser Governo a partir de junho", porque a despesa primária "está a descer pela metade", disse o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, num debate com o secretário-geral do PS, na RTP.

Segundo Passos Coelho, "os objetivos fixados para este ano de 5,9 por
cento para o défice já não são atingíveis se o resultado da execução orçamental que foi hoje divulgada for projetado para o resto do ano", o que significa que "o engenheiro Sócrates não conseguiu deixar arrefecer o que assinou com a União Europeia e já não está a cumprir".

José Sócrates reagiu acusando Passos Coelho de "dizer mal de tudo, até das boas notícias", quando o Governo conseguiu reduzir "75 por cento o défice relativamente ao ano passado", e considerou que é tempo "de parar com a maledicência".

quarta-feira, 18 de maio de 2011

José Sócrates: Portugal tem que vencer a crise mantendo o Estado social



José Sócrates: Portugal tem que vencer a crise mantendo o Estado social.

José Sócrates falava no final de uma arruada no centro de Queluz, em que foi abraçado e beijado por muitos cidadãos.

José Sócrates tinha ao seu lado o cabeça de lista do PS por Lisboa, Ferro Rodrigues, assim como o, Jorge Lacão e o dirigente José Lello.

“Estas eleições são vitais, porque nunca como agora tanto esteve em causa para o nosso país. A escolha é entre Portugal querer vencer a crise mantendo o Estado social, ou querer, como pretende a direita, aproveitar a crise para pôr em causa os pilares do Estado social”, disse.

A seguir, José Sócrates deixou críticas a Pedro Passos Coelho por “fazer um ataque radical” ao programa Novas Oportunidades, dizendo que “ofendeu todos os portugueses que se certificaram” neste programa.

“A cegueira contra o Estado social é tal que o líder do PSD dispara sobre tudo o que mexe, critica todos os programas, mas tenho uma pergunta para lhe fazer. Se ele critica tudo, se tem uma política de terra queimada, então faça o favor de nos dizer o que já fez na sua vida política para melhorar a vida dos portugueses”, questionou.
Segundo Sócrates, o presidente do PSD, “na única decisão que tomou, abriu uma crise política, que teve um preço”.

“Ao abrir uma crise política apenas por ambição do poder, o líder do PSD mostrou que preserva mais os interesses do seu partido do que preservar interesses do nosso país”, acrescentou.

A terminar, Sócrates deixou um apelo à mobilização dos socialistas, pedindo-lhe “empenhamento”, porque “a campanha será decisiva”.

“Este não é o momento para ninguém ficar em casa. Este é o momento para todos fazerem ouvir a sua voz”, declarou.

Inserido a partir de http://www.ps.pt

José Sócrates > Visita a Queluz - Sintra

terça-feira, 17 de maio de 2011

José Sócrates: «Passos Coelho ultrapassou os limites e insultou 500 mil portugueses»




por Agência Lusa, Publicado em 17 de Maio de 2011  

Inserido a partir de http://www.ionline.pt

O secretário-geral do PS afirmou hoje que o líder do PSD ultrapassou todos os limites" ao dizer que o programa das Novas Oportunidades pretende "certificar a ignorância", insultando 500 mil portugueses que o utilizaram.

José Sócrates falava no Funchal num almoço-comício integrado na pré-campanha das eleições de 05 de junho que encheu o cais capital madeirense, espaço que ficou vedado à população.

O secretário-geral do PS considerou que Pedro Passos Coelho revelou "ignorância" ao atacar esse programa e defender uma auditoria externa, porque essa análise já é efetuada e, "para além disso, referiu-se a esse programa dizendo que pretende certificar a ignorância, e aí passou todos os limites".
 
“Não se trata apenas de insultar o Governo e a mim próprio, coisa que faz muitas vezes, mas trata-se de insultar os 500 mil portugueses que obtiveram com o seu esforço e coragem uma melhoria das suas habilitações”, sustentou.
 
Para José Sócrates, a crítica de Pedro Passos Coelho “ao exprimir o preconceito social, mostrou que ele não sabe do que fala”, sendo “revelador da impreparação, da falta de conhecimento”, pois “não hesita perante nada para atacar tudo, dizer mal de tudo, numa política de terra queimada que em nada contribui para afirmar a defesa dos interesses superiores do país”.
 
O secretário-geral socialista salientou que “o PS e o Governo socialista se orgulham de nunca ter faltado à Madeira nos momentos difíceis e sempre ter estado ao lado dos madeirenses quando precisaram de solidariedade nacional”, apontando a Lei de Meios como “uma expressão dessa vontade de estar ao lado das autoridades regionais para os ajudar na reconstrução da Madeira” depois do temporal.
 
Sublinhou que a Lei de Meios “foi um símbolo que foi protegida nesta negociação nacional”, não tendo sido posta em causa no memorando de entendimento com a ‘troika’ internacional que definiu o montante da ajuda externa a Portugal.
 
“A reconstrução da Madeira está garantida pelos mesmos meios financeiros que foram aprovados há tempos atrás”, realçou.
 
Apelou ao empenho de todos para participarem numa campanha eleitoral “de nobreza, de elevação, que discute ideias e não recorra nem ao insulto, nem ao ataque pessoal e muito menos às brejeirices políticas que têm sido utilizadas nestes últimos tempos”.
 
Por seu turno, o líder do PS-Madeira, Jacinto Serrão, criticou o facto de Pedro Passos Coelho não ter mostrado disponibilidade para se deslocar em campanha a esta região, indicando que “a direita nunca conviveu bem com o processo autonómico” e “não quer ser confrontado com as politicas de regabofe de Alberto João Jardim, nem com a situação de falta de democracia e desrespeito pelas regras elementares do Estado de direito”. “Se quer ser primeiro-ministro não pode excluir uma parcela do território português”, concluiu.

domingo, 15 de maio de 2011

Sócrates diz-se “revigorado e entusiasmado” com o apoio no Minho



Inserido a partir de http://noticias.sapo.pt
15 de Maio de 2011 (foto Sapo/Lusa)

O líder socialista, José Sócrates, disse hoje em Fafe que sai do Minho “revigorado e entusiasmado para lutar pela vitória” nas eleições legislativas de 5 de junho.


“Quem aqui vem percebe que o PS é o partido do povo”, afirmou, entusiasmado, às centenas de apoiantes que o ouviam em Fafe.

Sócrates, ladeado por Laurentino Dias, secretário de Estado do Desporto e presidente da assembleia municipal local, agradeceu a mobilização das localidades minhotas de Vizela, Cabeceiras de Basto e Fafe, que hoje visitou.

Motivado pelas palavras de incentivo que ouviu ao longo do dia, lembrou, em Fafe, uma velha frase de campanha dos socialistas: “Quanto mais a luta aquece mais força tem o PS”.

A intervenção de Sócrates em Fafe foi semelhante às que fizera antes em Vizela e Cabeceiras de Basto, destacando-se as críticas ao PSD e ao seu líder.

Numa alusão à eventual vitória do PS nas legislativas, o secretário-geral socialista disse que a oposição, que responsabilizou pela crise política, “vai ter uma grande lição”.

Voltando a sinalizar a “aventura” de abrir a privados o Serviço Nacional de Saúde, a escola pública e a Caixa Geral de Depósitos, o dirigente garantiu que o seu partido no Governo vai voltar a ter "uma atitude responsável" na defesa do país, “porque o PS é o partido do povo”.

“O país precisa de vencer a crise económica, mantendo o Estado social”, reafirmou.

Antes, Laurentino Dias apelou ao eleitorado para que faça justiça, dando nova vitória ao PS, porque, disse, José Sócrates “tem defendido Portugal com coragem e competência”.

O presidente da câmara municipal de Fafe, o socialista José Ribeiro considerou José Sócrates o melhor primeiro-ministro que o país já teve, elogiando o seu “sentido patriótico”.

Antes de Fafe, o secretário-geral do PS passou de manhã por Vizela e almoçou com apoiantes em Cabeceiras de Basto, dois concelhos com autarquias de maioria socialista.

Nas duas localidades, o líder do PS foi recebido por centenas de apoiantes, num ambiente tipicamente minhoto de plena campanha eleitoral, onde não faltaram os habituais grupos de bombos.

@LUSA

Inserido a partir de http://noticias.sapo.pt

Fórum da Juventude em Braga

sábado, 14 de maio de 2011

José Sócrates visita Afurada (Vila Nova de Gaia)



José Sócrates visita Afurada (Vila Nova de Gaia) e é bem recebido pela população.

Sócrates condena líderes políticos que apelam “à descrença e ao negativismo”



O secretário-geral do PS, José Sócrates, criticou hoje os líderes políticos que apenas dizem “mal do país” e apelam “à descrença e ao negativismo”, considerando que estes “não estão a servir os superiores interesses” de Portugal.


O dia de José Sócrates pelos distritos de Porto e Braga terminou na Afurada, Gaia, com um banho de multidão, numa arruada e num comício que juntaram centenas de pessoas.

O candidato a primeiro-ministro nas próximas legislativas afirmou que “o PS quer, nesta campanha eleitoral, defender os seus pontos de vista mas sempre com nobreza, elevação e respeito”.

“Porque aqueles que fazem uma campanha apenas insultando, denegrindo os seus adversários, apenas utilizando o ataque pessoal, verdadeiramente o que estão é a fazer ataques ao povo e à democracia”, condenou.

Sócrates recordou que em “nenhum país europeu houve partidos que provocaram uma crise política para somar à crise financeira uma crise política que prejudicou o país”, salientando que “estas eleições são acerca da responsabilidade”.

Segundo o secretário-geral socialista, “o dever de todos os líderes políticos, neste momento, é puxar pelas energias do país. É apelar à vontade, à iniciativa, ao espírito de risco, ao melhor que o povo português tem”.

“Porque quando vejo líderes políticos apenas a dizer mal do país, a apelar à descrença e ao negativismo, eu digo-vos: eles não estão a servir os superiores interesses do país”, criticou.

O primeiro-ministro demissionário voltou a sublinhar a ideia de que o PS não quer privatizar “o Serviço Nacional de Saúde, nem a escola pública, nem a Caixa Geral de Depósitos, porque isso seria uma aventura, uma irresponsabilidade dos radicais que apresentam um modelo e um programa de radicalismo ideológico”.

“E a diferença é esta: nós queremos uma sociedade onde ninguém fique para trás, nós queremos igualdade, nós não queremos uma sociedade que seja cada um por si. É por isso que o PS, é por isso que o povo tem que ganhar as próximas eleições”, declarou.

O cabeça de lista do PS pelo Porto, Francisco Assis, também dirigiu algumas palavras aos presentes no comício da Afurada, tendo afirmado que “este tempo não é tempo para experimentalismos”, nem para “a irresponsabilidade, imaturidade, incompetência e incoerência”.

“Não é tempo para quem diz um dia que tem uma posição e no dia seguinte que tem outra. Não é tempo para um partido que não tem soluções sérias, pensadas e devidamente refletidas para Portugal”, alertou.

Segundo o líder da bancada parlamentar socialista, este ainda é – e vai continuar a ser – o tempo do PS.

@LUSA

Inserido a partir http://noticias.sapo.pt