
16h00 - Descida do Chiado, com concentração em frente à Brasileira.
21h00 - Grande Comício do Coliseu dos Recreios.
Sítio Oficial: Candidatura de Manuel Alegre
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Cara(o) Camarada,
No próximo domingo os portugueses serão chamados a decidir qual o Presidente da República que querem ter.
Sabemos que é uma disputa difícil e de grande exigência, mas são estas disputas que fazem com que a militância socialista se revele mais unida, forte e mobilizadora. São estas disputas que ao longo da história do nosso Partido culminaram em grandes vitórias, contra o conservadorismo e a favor do progresso, contra as ditaduras e a favor da democracia, contra os privilégios de uma minoria e a favor do Estado Social, que tão caro é ao Partido Socialista, e sobretudo a todas as mulheres e homens que unidos e coesos, lutaram para que este sonho seja hoje a realidade.
O Partido Socialista deu o seu apoio ao nosso camarada Manuel Alegre, porque reconhece neste, valores como a solidariedade, a justiça e a determinação essenciais para o desempenho do cargo de Presidente da República.
O PS Lisboa acredita que um homem com o perfil de Manuel Alegre é o garante para que não se enverede por derivas neo-liberais, onde a ânsia por lucro esmagará o Serviço Nacional de Saúde, entregará a Segurança Social aos grandes grupos económicos e tornará a Educação refém de privados.
Quero por tudo isto convidá-lo a juntar-se a nós nesta luta de mobilização, para que no dia 23 forcemos o conservador candidato da Direita a uma segunda volta, e possamos voltar a ter um humanista e um homem solidário como Presidente da República: é esta a herança do PS, como bem se recordam os portugueses quando se lembram de Mário Soares e de Jorge Sampaio.
A poucos dias deste momento decisivo a mobilização e a força do PS é essencial! É por isso que lhe escrevo esta mensagem: na próxima quinta-feira, dia 20 de Janeiro Manuel Alegre vai estar em Lisboa. E Lisboa vai estar com Manuel Alegre! Convido-o a juntar-se a nós: em primeiro lugar na descida do Chiado, com concentração marcada para as 16:00 em frente à Brasileira. Depois, no grande Comício do Coliseu dos Recreios pelas 21:00.
É minha profunda convicção que se o Partido Socialista mostrar a sua força, no dia 23 de Janeiro começaremos uma segunda etapa para um Portugal de futuro, justo e solidário.
Conto consigo!
Saudações Socialistas,
Rui Paulo Figueiredo
Presidente do PS Lisboa
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Manuel Alegre em Lisboa, 20 de Janeiro
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Manuel Alegre na Mesquita de Odivelas: É importante que Portugal se afirme como lugar de encontro e de paz

Manuel Alegre garantiu hoje que uma das suas preocupações, como Presidente da República, será o reforço do diálogo religioso e da tolerância multicultural.
29 de Outubro de 2010: Fiéis islâmicos no Salát Addohr, oração do meio-dia
Lembrando que “as boas leis são necessárias, mas não são suficientes”, Manuel Alegre afirmou, perante cerca de uma centena de fiéis islâmicos na Mesquita de Odivelas, que a aplicação da lei de liberdade religiosa merecerá a sua atenção, com o necessário “contributo de todos os cidadãos”.
“No momento em que na Europa se verificam preocupantes sinais de hostilidade ao islamismo é importante que Portugal se afirme como lugar de encontro e de paz, de tolerância e solidariedade, de diálogo e compreensão”, afirmou o candidato, depois de apontar o nosso país, após o 25 de Abril, como exemplo de “convivência harmoniosa e fraterna” entre todos os cidadãos, independentemente da sua raça, religião ou cultura.
Atento ao contributo de muitos muçulmanos para o “respeito de todos pela liberdade religiosa”, Manuel Alegre lembrou uma passagem do Corão citada por Abdool M. Karim Vakil no XXV Aniversário da Mesquita Central de Lisboa: «Sem dúvida que se Deus quisesse, seríamos um único povo e uma única comunidade religiosa, mas foi Sua vontade que fossemos povos diferentes e que nos aproximássemos Dele por diferentes caminhos, mas sempre através do Bem e da Justiça deixando-Lhe o julgamento final, porque só Deus tem o poder para nos julgar».
A visita de Manuel Alegre à Mesquita de Odivelas, guiada pelo líder daquela comunidade islâmica, Dr. Tayob, e acompanhado pela Presidente da Câmara de Odivelas, Susana Amador, durou quase duas horas e coincidiu com o período da oração do meio dia (Salát Addohr), considerada pelos muçulmanos como uma das orações mais importantes do dia. Na sua intervenção após o acto religioso, o líder islâmico recordou o papel de Manuel Alegre na luta por um país livre e democrático, que tem a liberdade religiosa nos seus princípios constitucionais, defendendo que a religião também é uma forma de fazer política e de exercer a cidadania.
Fonte: Manuel Alegre, Presidente 2011
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Manuel Alegre: "Sócrates apoiou-me por convicção e desta vez é para ganhar"

Manuel Alegre admite um cenário em que Portugal tenha de recorrer ao fundo de emergência europeu e desvaloriza as críticas de Mário Soares.
"Já fiz a prova de que é possível ir-se muito longe sem a ajuda das máquinas partidárias" mas "para ganhar eleições [à esquerda] em Portugal é muito difícil sem o apoio do PS", frisou Alegre em entrevista à RTP, sublinhando que "desta vez é para ganhar e desta vez o que está em causa é muito sério".
Desvalorizando as vozes protestantes dentro do PS, Alegre desenhou um cenário onde contará com o apoio de toda a esquerda. PS e Bloco à partida e PCP um pouco mais tarde, no caso dos votos comunistas serem vitais para vencer a direita. Em todo o caso, sublinhou, "sou eu quem vou gerir a minha campanha" e "não vou recusar quem me apoia".
Alegre também elogiou Sócrates por ter "colocado a política acima dos interesses pessoais". O apoio que recebeu, garante, é de "convicção" porque José Sócrates "não é um homem de meias tintas: ou está contra ou está a favor". Por tudo isto conta com um "apoio alinhado do PS".
O facto de Mário Soares discordar do apoio do PS à sua candidatura de "é um problema dele", afirmou, admitindo "revejo-me nos mandatos presidenciais de Mário Soares e Jorge Sampaio".
Manuel Alegre defendeu ainda que Cavaco devia, rapidamente, esclarecer se é ou não candidato por "uma questão de transparência democrática". Para Alegre, o Presidente da República em exercício "também é responsável por esta situação [do país]" já que "ele criou a ilusão de que sendo economista poderia ajudar a criar um Portugal mais próspero. Não pode porque não governa".
"Não sou professor de Finanças nem de Economia mas tenho uma posição sobre a economia, que não é neoliberal", destacou, lembrando o trabalho de Lula da Silva no Brasil. No entanto, e tal como Cavaco, Alegre elege o desemprego como o problema número um do país e da Europa.
Sobre a crise económica do país, Alegre diz que "preferiria que não se tivesse chegado a esta situação mas é já uma questão europeia", referindo-se ao aumento generalizado de impostos hoje aprovado no Parlamento com votos favoráveis do PS e do PSD.
Questionado sobre a possibilidade de Portugal se ver obrigado a utilizar o fundo de emergência europeu, Manuel Alegre afirma que "se precisar com certeza que tem de recorrer".
Para o candidato presidencial dos socialistas, o actual Executivo "tem condições" para cumprir o seu mandato até ao fim dado que "neste momento há um normal funcionamento das instituições". "Não estou aqui para derrubar Governos", concluiu.
Fonte: Diário Económico
Video podcast da RTP1: Grande Entrevista
terça-feira, 1 de junho de 2010
Manuel Alegre - O Apoio dos Socialistas
domingo, 30 de maio de 2010
PS apoia Manuel Alegre às próximas Eleições Presidenciais

Cara(o) Camarada,
O PS sempre esteve presente na Eleição do Presidente da República. Hoje, o PS Lisboa congratula-se por os órgãos nacionais terem decidido apoiar a candidatura de um Militante Socialista, para o cargo de mais Alto Magistrado da Nação.
Honrando assim a memória histórica dos mandatos de Mário Soares e de Jorge Sampaio, acreditamos que, com Manuel Alegre, Portugal terá um Presidente da República mais Livre, Justo e Fraterno. Juntos tudo faremos para ganhar as próximas Eleições Presidenciais.
Saudações Socialistas,
Rui Paulo Figueiredo
Presidente do PS Lisboa
