segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Bom dia, República

Viva a República e a unidade nacional!

Com o pretexto de estarmos em campanha eleitoral para as autarquias quebraram-se as tradições que são antigas de quase 100 anos. A Bandeira de Portugal, símbolo adoptado após a implementação da república, não foi içada na Câmara Municipal de Lisboa pelo Presidente da República como se as eleições tivessem sido marcadas antes da república ser república e como se a democracia celebrada em votos não fosse coisa da própria república.

Dir-me-ão que já antes outros tinham feito coisa semelhante, mas também lhes digo que o entendi errado porque a demonstração de independência partidária que se pretendeu transmitir mais não foi do que desviar as atenções da unidade dos portugueses à volta das suas referências de regime.

O modelo seguido hoje distanciou, uma vez mais, os diversos poderes que se reúnem neste dia na varanda dos Paços de Concelho de Lisboa e não foi um discurso de circunstância ditado do vulnerável bunker de Belém que ajudou a superar a ideia de que o Presidente da República se isola dos outros poderes.

A República e os conceitos de igualdade e fraternidade que lhe são inerentes revêem-se na nossa Constituição onde os deveres de unidade do Estado são carga especial do mais alto magistrado da Nação.

Foi lamentável que se perdesse a oportunidade de demonstrar essa unidade num dia em que todas as instituições da república e o seus símbolos, Bandeira, Hino, Presidente, Legislativo, Executivo, Autárquico, Justiça, têm por praxe reunirem-se no mesmo espaço para falarem à República Portuguesa e ao nobre povo desta Nação valente e imortal.

Luis Novaes Tito
Publicado em A Barbearia do Senhor Luís

António Costa - Unir Lisboa

As eleições autárquicas em Lisboa são uma escolha decisiva entre dois candidatos, duas candidaturas e duas ideias totalmente diferentes para a cidade. É preciso sublinhar que é uma opção decisiva e que só estão em causa duas candidaturas para Presidente da Câmara, a de António Costa e a de Pedro Santana Lopes.
António Costa é o candidato do PS, que se abriu não apenas aos candidatos identificados com o movimento Cidadãos Por Lisboa de Helena Roseta ou de Lisboa é Muita Gente de José Sá Fernandes, mas também de muitos outros independentes, como os do CLAC, Cidadãos Lisboetas Apoiam António Costa. António Costa bateu-se por uma unidade à esquerda mais ampla, mas o Bloco de Esquerda e a CDU recusaram-na. Pedro Santana Lopes é o candidato de toda a Direita, reunida numa coligação do PSD/CDS/PP/PPM/MPT- Partido da Terra. Só estes dois candidatos concorrem verdadeiramente a Presidentes da Câmara de Lisboa. Os restantes candidatos de outros partidos de esquerda não concorrem a Presidentes de Câmara. Concorrem apenas a vereadores, porque o Presidente da Câmara é o candidato que encabeça a lista mais votada e não é escolhido pelos vereadores eleitos. Votar nessas listas é dispersar votos que são necessários para que António Costa possa governar a Câmara de Lisboa. A esquerda não deve concentrar os votos em António Costa, não deve ser burra, como referiu Boaventura de Sousa Santos aqui.
Lisboa depois da falência, da confusão e da paralisia em que a mergulharam a gestão da Direita, não pode ser mais uma cidade de oportunidades perdidas. O jovem escritor Jacinto Lucas Pires na sessão de apresentação da Comissão de Honra da Candidatura Unir Lisboa, que pode consultar aqui, referiu que é necessário recusar a lógica do foguetório, do populismo e da demagogia barata, que caracterizam a candidatura de Pedro Santana Lopes. António Costa representa, pelo contrário, a vontade de fazer de Lisboa uma cidade das pessoas, uma cidade amigável, uma cidade sustentável, uma cidade competitiva, inovadora e internacionalizada, uma cidade próxima e participada, uma cidade de oportunidades, cujo programa pode conhecer aqui.
Neste contexto, justifica-se que a esquerda se una em torno de António Costa, mas não apenas a esquerda, todos os cidadãos que amam Lisboa, que consideram que merece ser governada por uma equipa que faz bem. A Comissão de Honra da Candidatura de António Costa e o Concerto Todos Por Lisboa aqui exprimem bem a unidade de gerações, de actividades profissionais, de gente com diferentes orientações políticas, que estão empenhados numa boa governação para Lisboa, que é uma cidade maravilhosa, com uma luz magnífica, com gente cuja riqueza e diversidade cultural é uma oportunidade para fazer uma grande metrópole cosmopolita.
Depois de ter sido arrumada a casa na Câmara e pagas as dívidas, a cidade mexe, os pavimento foram recuperados, os espaços verdes estão a ser preservados, muitas casas estão a ser reabilitadas, bem como jardins ou logradouros, as pessoas sentem-se respeitadas na sua diversidade e que a sua diversidade cultural é uma oportunidade e não um fardo para a cidade, os mais velhos voltam a jardins que tinham sido abandonados e degradados e recomeçam os seus jogos de cartas, aumentam as vias cicláveis e os corredores bus. Naturalmente que muito há que fazer para tornar Lisboa uma cidade mais amigável, mais limpa, mais segura, para assegurar melhor mobilidade, para dotar Lisboa de melhores escolas, que assegure mais oportunidades para todos incluindo os jovens e os idosos, uma cidade de bairros, em que o comércio, o turismo, a ciência e a cultura, as novas industrias, e o empreendorismo criem empregos decentes.
Só pode unir Lisboa quem foi capaz de unir em torno de si cidadãos de grande competência, vindos da esquerda, de alguma direita que ama a Cidade, ou sem qualquer filiação política, quem promove o respeito pelas diferentes correntes espirituais da cidade e pela tolerância, quem sendo laico participou nas procissões católicas tradicionais da cidade, valorizou as raízes judaicas e islâmicas. Só Antonio Costa e a listas do PS, abertas aos cidadãos independentes, podem fazer de Lisboa uma cidade das pessoas, uma grande metrópole cosmopolita uma cidade global, como já fomos no passado e temos o direito e a possibilidade de ser de novo no futuro.

José Leitão

domingo, 4 de outubro de 2009

António Costa visita Benfica


A campanha UNIR LISBOA anda nas ruas, ao som da música de Lisboa.

É nos bairros, nas ruas e nas casas de Lisboa que os candidatos à Câmara Municipal e às freguesias recebem o abraço, as preocupações e a força das pessoas, com os quais é possível UNIR LISBOA no dia 11 de Outubro.

Ontem e hoje, António Costa visitou a freguesia de Benfica, com destaque para a Estrada de Benfica, Mercado de Benfica e Bairro da Boavista.


Galeria de fotos

António Costa promove os transportes públicos

Dia 5 de Outubro (segunda-feira), 12h30

António Costa, na sua promoção dos transportes públicos de Lisboa, realizará um passeio de eléctrico rápido entre o Terreiro do Paço e Belém.

Consulte o site: António Costa - Unir Lisboa

António Costa e a Cultura: Lisboa volta a sorrir

















Lisboa é cultura! A sua história é feita de fadistas, poetas, actores, cantores, escritores, artistas todos eles, que enaltecem e enriquecem a nossa cidade. Das associações culturais de bairro até aos grandes concertos, Lisboa e os artistas vivem em conjunto o destino tecido pelas Parcas e em conjunto sofrem as agruras que o Destino lhes reserva.

Ontem (30.Set) Lisboa esteve unida, à volta de uma ideia, um projecto, uma visão de cidade, no Coliseu dos Recreios, e gritou, bem alto, que Lisboa precisa de avançar, Lisboa precisa de preservar o seu património vivo, Lisboa precisa de ser uma cidade de Cultura, uma Encruzilhada de Mundos, “uma cidade amiga dos seus habitantes e dos seus artistas”, como Catarina Vaz Pinto disse a semana passada, no encontro com os artistas na Livraria Ler Devagar.

Faço minhas as palavras de António Sampaio Nóvoa, “sem história não há futuro e a candidatura de António Costa está carregada de futuro”. A reabilitação das bibliotecas municipais, a renovação do projecto do Museu da Cidade, a definição dos modelos institucionais e organizativos do MUDE e do Africa.cont, valorizar a Casa Fernando Pessoa são apenas algumas das propostas que temos para esse futuro.

Termino apenas com mais uma citação, apenas mais uma voz na multidão de vozes que ao longo dos tempos cantaram a grandeza de Lisboa, neste caso uma das melhores:

E pouco a pouco o amor regressou
Como lume queimou
Essas bocas febris
Foi um amor que voltou
E a desgraça trocou
Para ser mais feliz
Foi uma luz renascida
Um sonho, uma vida
De novo a surgir
Foi um amor que voltou
Que voltou a sorrir

Fado Falado, João Villaret

João Boavida (No blog Unir Lisboa)

António Costa aposta no transporte não poluente

A candidatura Unir Lisboa organizou, hoje, um passeio de bicicleta entre a Torre de Belém e o Cais do Sodré. A iniciativa, muito concorrida, utilizou a ciclovia com de cerca de 7 km que une estas zonas ribeirinhas e que foi concluída neste mandato.

O passeio serviu para assinalar a aposta que está a ser feita neste modo de transporte, com a construção de uma rede de ciclovias em percursos-chave da cidade de Lisboa. Os objectivos desta medida são, por um lado, aumentar as escolhas dos lisboetas no que diz respeito à sua mobilidade e ao lazer; por outro, fomentar a utilização de um meio de transporte não poluente.

A ideia de que Lisboa não pode ser “pedalada” é questionada diariamente por todos os que utilizam este meio de transporte nas suas deslocações e nos seus tempos-livres. Como António Costa frisou no seu discurso, Lisboa tem desníveis que desafiam a capacidade física de muitas pessoas. Mas tem, também, muitas e vasta áreas planas, onde é possível (e agradável) utilizar a bicicleta. Entre estas, incluem-se Alvalade, Telheiras ou a Frente Ribeirinha.

O desafio está, por isso, em ter a coragem e a ambição de criar melhores condições para a utilização da bicicleta nos percursos diários ou de lazer.
A candidatura Unir Lisboa propõe:

- reforçar a aposta nos modos suaves de locomoção, com destaque para o investimento na melhoria das condições cicláveis;
- implementar o programa de bicicletas partilhadas, actualmente em concurso;
- promover um programa de bicicletas eléctricas, que são particularmente adequadas às características topográficas da cidade.

Dar pedalada a Lisboa é aumentar as opões de mobilidade dos cidadãos e contribuir para melhorar o ambiente urbano. Em suma, é ganhar qualidade de vida!

Juliana Martins ( em Blog Unir Lisboa)

Segurança em Lisboa

O candidato da direita, num cartaz de grandes dimensões, escreveu esta frase tão bombástica quanto enganadora: “Comigo a Polícia vai estar nos Bairros “ . Convirá perguntar, mas qual polícia?

A GNR e a PSP não podem ser de certeza, uma vez que estão sob tutela da Administração Interna. Relativamente à Polícia Municipal, como é sabido, tem um conjunto muito vasto de competências atribuídas, que vão desde a fiscalização nas áreas do urbanismo, comércio e abastecimentos, actividade dos guardas-nocturnos, até à realização de diligências judiciais, tudo isto com um efectivo de pouco mais de 500 agentes. Hoje em dia a Polícia Municipal tem também a atribuição do policiamento da Baixa, com o recurso a veículos eléctricos, mas este é um caso excepcional, devido às características muito próprias daquele local. Não é possível, com a dimensão actual, expandir da mesma forma a sua acção a outras áreas da cidade.

É absolutamente necessário que à Polícia Municipal sejam atribuídas competências alargadas na área da segurança rodoviária, através de uma reestruturação interna acompanhada da transferência para o seu quadro de pessoal de uma parte substancial dos efectivos da actual Divisão de Trânsito da PSP de Lisboa – actualmente com 630 agentes - bem como das respectivas infra-estruturas e recursos financeiros, de forma a garantir que a cidade possa gerir e fiscalizar de forma eficaz a mobilidade no seu território.

Desta forma, o corpo policial municipal ganharia massa crítica, para poder actuar noutros sectores de actividade e em conjunto com outras forças policiais, tirando partido do conceito de sinergias, em que o resultado final é superior à soma das partes. Este forma de actuação do tipo multi-forças (PSP, GNR, PM) com comando unificado, permitiria obter dimensão e ao mesmo tempo transmitir segurança aos cidadãos na vigilância dos espaços públicos. O velho paradigma de uma esquadra em cada freguesia, com os agentes ali encerrados à espera da erupção do crime para actuar está ultrapassado e revela-se absolutamente consumidor de recursos e pior que tudo, inútil.

A experiência de António Costa na administração interna permitiu-lhe conhecer, com detalhe, os problemas de segurança, e, como tal, ter uma visão de conjunto do sector. A sua eleição é, assim, garantidamente uma certeza, que iremos ter uma Lisboa bem mais segura.

Rui Alves

António Costa visita Bairro da Boavista



António Costa visita Bairro da Boavista, Domingo, 4.Out, 18h00, acompanhado por Helena Roseta, ambos candidatos à Câmara Municipal de Lisboa, e Inês Drummond, candidata pelo PS à Junta de Freguesia de Benfica

Local da concentração: Farmácia do Bairro da Boavista.

Compareça.

http://www.unirlisboa.net

http://benficasolidaria.blogspot.com/

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

PS apresenta queixa contra Domingos Pires (Pres. JF Benfica) na Comissão Nacional de Eleições



Os candidatos do Partido Socialista à Assembleia de Freguesia de Benfica apresentaram ontem, dia 1 de Outubro, na Comissão Nacional de Eleições, uma queixa contra o Presidente da Junta de Freguesia de Benfica, Sr. Domingos Pires, por ter utilizado a Revista da Freguesia “Benfica Viva”, paga com dinheiro saído do orçamento daquela autarquia, ou seja dinheiro público, em proveito próprio, isto é, para fazer campanha eleitoral à sua própria candidatura.

Tal conduta, habitual na pessoa em causa, habituada ao quero posso e mando, que é demonstrativa de abuso de direito, nada conducente com o estado de direito em que vivemos, viola a Constituição da Republica Portuguesa, os princípios que devem pautar a actividade dos órgãos autárquicos (da legalidade, da Igualdade, da boa-fé, da neutralidade e da imparcialidade) bem como a Lei Eleitoral para a eleição dos membros para as Autarquias Locais.

Deste modo, tal atitude, dolosa e consciente com intuito de prejudicar a candidatura do Partido Socialista como as demais, e de tirar benefícios, à custa do erário público, para a sua candidatura terá de obrigatoriamente ser punida, quer pelos eleitores, no dia 11 de Outubro, quer pelos Tribunais, que irão, como de costume, aplicar a lei, condenando tal conduta, ilegal e ilegítima, violadora das mais elementares regras da democracia e da liberdade.

Aguardamos com a devida serenidade democrática pela justa deliberação da de Comissão Nacional de Eleições.

Noémia Summavielle Freitas

Fonte: Benfica Solidária - Candidatura do PS à Junta de Freguesia de Benfica

António Costa pede maioria absoluta



António Costa pediu, esta sexta-feira, a maioria absoluta, sublinhando que «as eleições só se ganham depois de contados todos os votos».


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