quarta-feira, 29 de julho de 2009

Eleições 2009: Apresentação do Programa do PS



Centro Cultural de Belém, Sala Almada Negreiros

Dia 29-Julho, 19h00


Programa Eleitoral do PS / Discurso de José Sócrates

BBC News: Portugal, líder europeu em energias renováveis



Um orgulho para Portugal, verificar o destaque que a BBC tem dado aos investimentos de Portugal em energias renováveis.

Um sucesso do Governo PS, de José Sócrates.

BBC: Fotos e comentários

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Eleições 2009 - Linhas programáticas do PS: Avançar Portugal 2009‐2013



Um Programa de acção, com ambição.

Uma linha de rumo reformista, responsável e orientada para o futuro.

Três prioridades claras:
Relançar a economia: relançar a economia e promover o emprego

Modernizar: reforçar a competitividade, reduzir a dependência energética e o endividamento externo, valorizar as exportações, modernizar Portugal

Reduzir as desigualdades: desenvolver as políticas sociais, qualificar os serviços públicos e reduzir as desigualdades.

Acesso ao documento

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Lisboa de Verdade

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Autárquicas/Lisboa: Helena Roseta é número dois da lista de António Costa

A vereadora Helena Roseta, eleita pelo movimento "Cidadãos por Lisboa", vai ser a número dois da lista do candidato socialista, António Costa, revelou hoje fonte camarária.

De acordo com a mesma fonte, as listas vão ser elaboradas com base nos resultados das eleições intercalares de 2007 para a Câmara Municipal de Lisboa.

Os candidatos do movimento "Cidadãos por Lisboa" concorrem como independentes nas listas do PS.

Fonte: Lusa/SAPO

SAPO: Video da apresentação de candidatura de António Costa, 13-Julho

Apresentação da candidatura de António Costa à Camara de Lisboa

Fundação Res Publica apresenta Políticas e Resultados da Maioria PS

Uma das principais finalidades da Fundação Res Publica é a avaliação das políticas públicas, na perspectiva dos valores e princípios da esquerda democrática.
Há vários níveis de avaliação e debate das políticas públicas em curso, em determinada conjuntura. A experiência de governação do Partido Socialista, que decorre desde 2005, oferece bons materiais para este indispensável trabalho. Por isso mesmo, a Fundação entendeu ser útil disponibilizar uma informação tão sistemática quanto possível sobre as principais linhas de orientação e os principais resultados associados ao mandato do XVII Governo Constitucional, liderado por José Sócrates, e à X Legislatura da Assembleia da República, de maioria absoluta do PS.
A apresentação que agora disponibilizamos tem um propósito claro e politicamente situado, como é próprio da actividade de uma Fundação que se integra no campo ideológico e político da esquerda democrática: procura evidenciar a lógica e a coerência própria das políticas públicas que os socialistas portugueses têm procurado pôr em prática. Consulte aqui os documentos

António Costa - Ambição para o futuro de Lisboa

Na política há combates mais e menos importantes, porque há momentos em que se escolhem apenas equipas; outros em o que está em causa é escolher entre verdadeiras alternativas, em que o nosso voto determina escolhas radicais.
É manifesto que o que está em causa nas eleições para a Câmara de Lisboa é uma escolha radical entre António Costa e a coligação da Direita, liderada por Pedro Santana Lopes.
Basta recordarmo-nos do que era o estado de Lisboa quando a Direita foi derrotada por António Costa para percebermos o esforço que foi feito para pôr a casa em ordem, que podem conhecer mais detalhadamente aqui. Ao qual José Saramago, com certeiro instinto de esquerda, se referiu, qualificando como “o magnífico trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo município de Lisboa” e manifestando apoio à reeleição de António Costa.
Entre António Costa e Santana Lopes, ninguém na esquerda se pode considerar equidistante, tem de tomar partido, porque o futuro presidente da Câmara será o que tiver encabeçado a lista mais votada.
Depois da colaboração positiva entre António Costa e José Sá Fernandes, designadamente, em áreas tão positivas para a cidade como o Plano Verde de Lisboa e a integração exemplar dos trabalhadores precários, o Bloco de Esquerda rompeu o acordo que tinha com António Costa, afastou-se de José Sá Fernandes e absteve-se inclusive esta semana na votação crucial do empréstimo para a reabilitação urbana (o PCP nesta matéria votou ao lado do PS), pretextando equidistância em período pré-eleitoral.
Quando estão em jogo opções fundamentais para o futuro da cidade não podemos ser equidistantes, como parece ser agora a estratégia do Bloco de Esquerda.
António Costa contrapôs à gestão casuística, às obras de fachada, ao endividamento descontrolado e à quebra dos pagamentos aos fornecedores, medidas muito concretas, por exemplo: reduziu as dívidas aos fornecedores em 205 milhões de euros; reduziu os prazos de pagamento em 192 dias; 248 artérias da cidade estão a ser ou já foram alcatroadas, criou 80 km de corredor BUS; estão a executar 28 km de ciclovias até ao final do mandato.
António Costa não se limitou a arrumar a casa, lançou as bases do futuro de Lisboa, rompendo com o casuísmo e a ausência de objectivos estratégicos, tendo colocado recentemente à discussão pública a Carta Estratégica Lisboa 2010/14. Um compromisso para o futuro da cidade, que pode consultar aqui e que obedece a quatro orientações fundamentais: uma nova prática – cumulatividade das políticas públicas sobre Lisboa; uma centralidade reassumida -Lisboa Capital da República e da Cidadania aberta ao Tejo e ao Mundo; uma nova divisão administrativa para multiplicar escolhas - Lisboa, Cidade de Bairros, Cosmopolita; novos percursos e geração de oportunidades: Lisboa, Cidade da Descoberta.
António Costa tem uma paixão por Lisboa. Projecta um futuro ambicioso para a cidade que estimule as aspirações e a criatividade dos seus habitantes e assegure níveis mais exigentes de qualidade de vida para todos. É esse o seu único compromisso, tendo manifestado na entrevista concedida a Ana Sá Lopes ao jornal "i", de 11/12 de Julho, que pode ler aqui, que não disputará a liderança do PS, se vier a estar aberto este processo, e elogiado as acções dos ministérios que têm sido positivas para a resolução de problemas gravíssimos da cidade, mas referindo outros ministérios, relativamente aos quais as coisas não têm corrido bem para a cidade e os problemas têm-se agravado.
Esta é também uma diferença significativa de perfil relativamente ao candidato da Direita, António Costa assume um compromisso exclusivo com Lisboa para os próximos quatro anos, como já tinha afirmado quando se candidatou nas eleições intercalares.
Abandonou o Governo, onde era a segunda figura do executivo para se candidatar à Câmara de Lisboa. Está disponível, depois destes dois anos de mandato, para se dedicar exclusivamente a Lisboa nos próximos quatro anos.
É muito diferente de andar por aí, entre a Câmara e o Governo, conforme as oportunidades.
Nestas eleições cabe a cada um de nós assumir as nossas responsabilidades sobre o futuro da cidade. A nossa opção é clara: reeleger António Costa como Presidente da Câmara de Lisboa.
José Leitão

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Junte-se ao nosso Movimento para Avançar Portugal

Ao longo dos últimos quatro anos atribuímos grande importância às novas tecnologias. Com o Plano Tecnológico, conseguimos que mais cidadãos e mais regiões do País tivessem acesso às novas tecnologias de informação e do conhecimento.
Fazer chegar mais informação, com maior rapidez e com actualidade, é uma das grandes vantagens dos meios que as novas tecnologias colocam ao dispor dos partidos políticos, dos seus militantes e dos seus simpatizantes. E num momento em que vai estar em debate o balanço de 4 anos de Governo e as propostas para os próximos anos, em que muita desinformação pode surgir, o seu contributo é decisivo.
Decisivo, na obtenção de informação que permita fazer um balanço justo de 4 anos de Governo e de divulgação das propostas do PS para o próximo mandato, ajudando-nos a travar este combate. Decisivo porque, mesmo com novas tecnologias, o seu contributo militante é fundamental.
É por isso que lhe pedimos que nos ajude a chegar a mais militantes e a mais simpatizantes, registando-se no site www.socrates2009.pt para receber as nossas Newsletters e reencaminhando um convite idêntico a, pelo menos, 10 dos seus familiares, amigos, colegas de trabalho ou outros cidadãos que julgue terem interesse na nossa informação.
Juntos vamos continuar a fazer AVANÇAR PORTUGAL.

O Partido Socialista

quarta-feira, 8 de julho de 2009

PSD inviabiliza a reabilitação urbana na cidade de Lisboa

Ao abster-se cínicamente na votação do empréstimo destinado à reabilitação urbana, o PSD deu um rude golpe na recuperação do parque edificado da cidade de Lisboa.

Esta proposta visava:

- recuperar todas as obras paralisadas por falta de pagamento aos empreiteiros, por parte do PSD/Santana Lopes, quando governava a cidade;

- devolver às suas habitações originais as centenas de famílias que, à época, foram colocadas pela Câmara em habitações de arrendamento e que custam anualmente ao Município mais de 1 milhão e 200 mil euros em rendas:

- recuperar o parque edificado diverso e equipamentos de ensino;

- intervir com dimensão de escala em bairros degradados da Freguesia de Marvila;

- recuperar espaço público e equipamentos culturais.

Ao todo, compreendia mais de 340 intervenções.

O PSD cumpriu deste modo a determinação de Santana Lopes : é para chumbar. Lamenta-se porém o expediente encontrado. Votar contra, abstendo-se...

Esta votação prejudica sobretudo as pessoas da cidade, os cidadãos desalojados das suas habitações e os moradores dos Bairros Municipais de Marvila.

O PS lamenta profundamente esta falta de sentido de responsabilidade do maior partido da oposição.

O PS, não obstante todos os obstáculos levantados por esta oposição irresponsável, continuará a trabalhar para encontrar soluções que permitam ultrapassar este obstáculo criado à reabilitação da cidade.

Não desistiremos.

O Presidente do PS/Lisboa

Miguel Coelho

www.lisboa.ps.pt