quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Congresso Nacional 2009 - Lista A

Lista A
Candidatos a Delegados ao XVI Congresso Nacional do Partido Socialista pela Secção de Benfica e São Domingos de Benfica

Efectivos
1. Inês Drummond
2. José Leitão
3. Celeste Correia
4. Ricardo Saldanha
5. Rita Neves
6. António Catraia
7. Manuela Gonçalves
8. João Boavida

Suplentes
1. João Pinheiro
2. Cláudia Miranda
3. Carlos Cardoso
4. Hernâni Silva
5. Natália Umbelina
6. Noémia Summavielle Freitas
7. Alfredo Alves
8. Nuno Godinho de Matos

Congresso Nacional 2009 - Lista S

Lista S
Candidatos a Delegados ao XVI Congresso Nacional do Partido Socialista pela Secção de Benfica e São Domingos de Benfica

Efectivos
1. Arnaldo Silva
2. Laurentina Santos "Tininha"
3. Vítor Vasques
4. Ana Varela
5. Elisa Vaz
6. António Melo
7. Maria Natália Cunha
8. Orlando Baptista
9. Tomaz Leiria Pinto

Suplentes
1. Júlia Maranha das Neves
2. José Neves
3. Arminda Pacheco
4. Rafael Lucas Pereira
5. Duarte Alcântara
6. Fernando Pinto
7. Alice Corvina
8. Mark Kirby
9. Guilhermino Rodrigues

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Debate sobre as Moções Globais de Estratégia

Caros Camaradas,


Num momento especialmente relevante para o rumo do PS, as secções de Carnide, Lumiar, Benfica e S. Domingos de Benfica organizam um debate entre as três moções globais ao XVI Congresso Nacional do Partido Socialista:

· A Força da Mudança, cujo primeiro subscritor é José Sócrates
(Orador: João Tiago Silveira)
· Democracia e Socialismo, cujo primeiro subscritor é António Brotas
(Orador: Raquel Reis)
· Mudar para Mudar, cujo primeiro subscritor é António Fonseca Ferreira
(Orador: Rómulo Machado)

O debate dirigido aos militantes irá ter lugar no dia 11 de Fevereiro (4ªfeira), às 21:00 na Sede do PS Benfica – Rua Dr. José Baptista de Sousa, nº13-A.

Contamos com a sua presença.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Não à xenofobia, Sim aos direitos humanos

A crise, para além da destruição de empregos que acarreta, o que põe em causa o direito ao trabalho de muitos cidadãos, serve também de pretexto para despedimentos injustificados, causando mais desemprego, ansiedade e mal-estar.
A crise é um contexto fértil para todas as manipulações, para tudo o que contribui, parafraseando um verso de Sophia de Mello Breyner Andresen, para tornar as almas mais pequenas, ou mais cruamente para todas as derivas populistas, que procuram fazer avançar a sua agenda racista e xenófoba, ou se resignam a ela por falta de iniciativa política e social.
É nos momentos de crise que se torna ainda mais grave transigir sobre os princípios democráticos e que temos de nos bater como cidadãos pelos direitos de todos, nacionais ou estrangeiros.
Os recentes protestos e greves selvagens contra a contratação de estrangeiros, emigrantes portugueses e italianos, em dezenas de refinarias de petróleo, terminais de gás e centrais eléctricas, são um sinal grave, que não teve a resposta rápida e firme que era de exigir do governo britânico e dos poderosos sindicatos britânicos.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, afirmou, de imediato: “Essa tentativa de discriminação é absolutamente inaceitável para o governo português”.
Acrescentou: “Queremos enfatizar a absoluta responsabilidade que os governos têm de assumir de evitar uma deriva proteccionista, xenófoba, nacionalista, que, se não for travada muito rapidamente por iniciativas muito fortes dos governos, nos pode arrastar para uma crise ainda maior”.
O princípio “british jobs for british workers” não é apenas é criticável porque as vítimas são, neste caso, trabalhadores comunitários, portugueses e italianos, violando por isso frontalmente a legislação comunitária. Temos também de rejeitar a discriminação em razão da nacionalidade na contratação de qualquer trabalhador, que se encontre legalmente num país. A invocação de uma preferência nacional ou comunitária na contratação de trabalhadores, legalmente residentes, para justificar uma discriminação em razão da nacionalidade, tem de ser considerada como uma forma de discriminação racial, como prevê a legislação portuguesa.
Da Itália de Berlusconi, só vêm más notícias e maus exemplos em matéria de imigração e direitos humanos. A Itália tornou-se um país incapaz de gerir os fluxos migratórios, mas a opção não pode ser pôr em causa a dignidade e os direitos humanos mais elementares dos imigrantes. A recente aprovação pela maioria do Senado italiano, com o voto favorável de 156 senadores da coligação de Berlusconi, de uma emenda às leis de segurança interna para que os médicos denunciem os imigrantes ilegais que acorrem aos serviços de saúde representa a ultrapassagem de um limiar intolerável.
È uma lei que rasga os princípios deontológicos da ética médica, brutalmente desumana e estúpida, que aplica a todos os imigrantes ilegais, incluindo às mulheres que, como referiu a senadora Anna Finocchiaro, do Partido Democrático, “vão deixar de ir aos hospitais para dar à luz ou para que os seus filhos sejam tratados” (Público, 6 de Fevereiro, de 2009). Os imigrantes “vão preferir a morte `à expulsão” avisou Jean-Leonard Touadi, único deputado negro italiano, nascido no Congo.
Estes sinais evidenciam que os valores e os direitos humanos nunca estão garantidos de forma irreversível em qualquer país, que a barbárie, a regressão política e histórica são sempre possíveis se a inércia dos democratas o permitir.
A batalha contra estas medidas, discursos e atitudes, não é exclusiva de ninguém. Tudo isto faz emergir novas linhas de clivagens, que não recobrem sempre as naturais divisões entre esquerda e direita. As novas lutas pela qualidade da democracia exige novas convergências entre todos os democratas, sejam laicos, cristãos ou de outras confissões religiosas, na defesa dos direitos humanos de todos.
Temos que recusar, por exemplo, que o exercício dos direitos humanos básicos e fundamentais, como é o direito à saúde, possa ser subordinados a qualquer condição de estatuto legal, preferência nacional, ou comunitária.
Para vencer a crise económica não são suficientes respostas económicas, é preciso fazê-las acompanhar de maior coesão social, do respeito intransigente pela dignidade e pelos direitos humanos de todos.
José Leitão
Via Inclusão e Cidadania

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Lisboa capital - Coração da lusofonia e cidade global

As cidades disputam de forma cada vez mais intensa o seu lugar na nova geografia internacional, aspiram a ser cidades globais. Para ser uma cidade global, Lisboa terá realizar com eficácia a sua função de capital relativamente a Portugal, e potenciar as oportunidades que resultam de ser o coração da lusofonia. Estando em curso em http://cultura.cm-lisboa.pt/ uma reflexão sobre a vocação capital e internacional da cidade, no quadro da definição de Estratégias Para a Cultura em Lisboa, quero deixar o meu contributo.
A capitalidade exige que Lisboa não seja apenas a sede dos órgãos de soberania, mas que a cidade esteja articulada, com rapidez e comodidade, com todo o País, através do transporte viário e ferroviário, que esteja ligada ao mundo pelo porto e por um aeroporto, sem esquecer as outras formas de comunicação potenciadas pelas novas tecnologias. Tem de estar também em estreita conexão com a riqueza da diversidade da criação cultural nas diferentes cidades e regiões do País, incluindo os Açores e a Madeira e contribuir para a sua circulação a nível nacional e internacional.
Alejandro Portes, grande sociólogo contemporâneo tem sublinhado que: «O novo espaço transnacional, marcado pela presença das cidades globais, é criado por fluxos sustentados de capital, tecnologia, informação (…) e pessoas» (in Estudos Sobre As Migrações Contemporâneas, Lisboa, ed. Fim o Século, 2006, p.38).
Devemos por isso valorizar tudo o que possa contribuir para colocar Lisboa nos mapas internacionais da ciência, da cultura, para ancorar Lisboa na economia global.
Lisboa já não é uma cidade de industrias tradicionais, de que as inúmeras chaminés são um testemunho a preservar em termos de arqueologia industrial, mas tem de desenvolver novas actividades económicas que sejam clusters em termos de desenvolvimento económico, especializações em áreas científicas, nomeadamente nas ciências da saúde, centros universitários de excelência, indústrias culturais, designadamente, moda, design, vídeo e cinema.
Tem de saber valorizar as sedes de organizações internacionais que nela se situam, associando essa presença à sua condição de cidade cosmopolita. A instalação da Agência Marítima Europeia é uma oportunidade que não pode ser perdida para a tornar um grande pólo europeu de actividades de investigação e regulação dos oceanos.
Deve também valorizar o facto de ser a sede de Fundações privadas, que têm um papel destacado na promoção da cultura, e da ciência ou na acção humanitária a nível internacional, como, por exemplo, a Fundação Calouste Gulbenkian aqui, ou a Fundação Champalimaud, aqui ou outras instituições como o Centro Nacional de Cultura aqui.
Os imigrantes que nela vivem e trabalham representam uma outra oportunidade para o desenvolvimento da cidade devido ao contributo que dão para a demografia, para a vida económica e cultural, Podem, além disso contribuir para diversificar e densificar as relações de Lisboa com os seus países de origem, valorizando-a como cidade global, como uma grande metrópole cosmopolita.
Lisboa deve, aliás, empenhar-se na atracção de estudantes internacionais, designadamente, estudantes Erasmus, de profissionais qualificados, de artistas em processo de criação, que potenciem o seu cosmopolitismo e reforcem a sua competitividade em termos internacionais.
Tem de ser cada vez mais, uma cidade competitiva e dinâmica, integrada nas grandes redes de circulação de pessoas, de informação e mercadorias.
O caminho para ser uma cidade global passa por ser cada vez mais o coração do mundo lusófono. Lisboa é hoje o centro de uma vasta produção cultural afro-luso-brasileira, que é divulgada para todo o mundo de Língua portuguesa, graças às editoras, mas também através da RDP ÁFRICA aqui, da RTP África aqui, da RTP Internacional aqui, onde se afirmaram internacionalmente criadores como José Eduardo Agualusa aqui e Ondjaki, aqui.
Devemos por isso ter em conta, que é em Lisboa, que está instalada a sede da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), como podem ver aqui.
É também a sede da UCCLA -União das Cidades Capitais Luso-Afro-Américo-Asiáticas, aqui de que a Câmara de Lisboa é membro fundador. Seria muito bom que fosse capaz de promover uma Rede de Cidades Lusófonas, que funcionasse como uma alavanca para práticas e políticas que conduzam à capacitação, à melhoria do bem-estar e da prosperidade das pessoas abrangidas.
Cada cidade tem o seu caminho para se tornar uma cidade global, No caso de Lisboa é partindo do que já é, a capital de Portugal, coração da lusofonia, uma cidade tolerante e ecuménica, com uma luz magnífica e uma população calorosa e generosa, que poderá ser a capital Atlântica da Europa, uma cidade global.
José Leitão

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Reunião com os militantes, 29 de Janeiro

O Secretariado da Comissão Política Concelhia de Lisboa vai promover hoje, dia 29 de Janeiro (5ª feira), pelas 21.30 horas reuniões com todos os militantes, nas secções.
Contando com a sua presença e participação, aproveito para lhe enviar as minhas cordiais saudações socialistas.

Miguel Coelho
PS Concelhia de Lisboa

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Debate com o vereador Marcos Perestrello



Fotos da autoria do Alberto Helder

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Migrações e Participação Social

Migrações e Participação Social

M. Margarida Marques
Rui Santos e José Leitão (colab.)


No dia 27 de Janeiro, pelas 18h30m,



A apresentação do livro será feita pelo
Dr.Guilherme d'Oliveira Martins


na Galeria Fernando Pessoa,
do Centro Nacional de Cultura,
Largo do Picadeiro, n.º 10, 1º
metro: ( Baixa-Chiado)


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

António Costa e o Bairro das Furnas: chegou e viu, prometeu e... cumpriu

Durante a sua campanha eleitoral, António Costa visitou o Bairro das Furnas.

Deparou-se com situações aberrantes, consequência de promessas utópicas de Santana Lopes e do seu consequente incumprimento.

Entre as promessas incumpridas pelo ex-autarca do PSD, está a instalação de 20 elevadores, com a qual aliciou a população daquele Bairro camarário.

Dos 20 elevadores que prometeu instalou 4 e dos 4 que instalou apenas 2 ficaram em funcionamento, ainda assim deficiente.

Na base do mau funcionamento estava a infiltração das águas de esgoto nas caixas dos elevadores.

Durante anos ficaram sem funcionar 2 elevadores com um custo a rondar os € 100.000, pagos pelo erário público.

Sensível à situação e aos apelos da Associação de Moradores do Bairro das Furnas, António Costa prometeu que logo que tomasse posse solucionaria o problema.

E se assim o disse, assim o fez. Um mês após a sua tomada de posse o actual Presidente da Câmara, apesar de ter encontrado as contas camarárias num estado de calamidade, mandou avançar as máquinas para substituir o ramal de esgotos e rebaixar a sua cota para que as águas não voltassem a entrar nas caixas dos elevadores.

E, claro, António Costa pagou os elevadores que Santana Lopes ficou a dever.

Mas não se ficou por aqui. Sensível que foi aos problemas de estacionamento no bairro, António Costa deu cumprimento a uma solução apresentada pela Associação de Moradores.

As obras de um novo espaço de estacionamento no Bairro das Furnas estão já adjudicadas e inciar-se-ão muito em breve.

António Costa não prometeu elevadores aos moradores nem qualquer outra obra que não pudesse cumprir. Apenas prometeu o razoável e o exequível e o que prometeu... cumpriu.

Carlos Cardoso

(Membro da bancada do Partido Socialista na Assembleia de Freguesia de S. Domingos de Benfica)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

É hoje

Vamos ter hoje, pelas 21h30, a continuação do ciclo de debates com os vereadores da CML, desta vez com o vereador Marcos Perestrello, que tem os pelouros do Desporto, Obras Municipais e Protecção Civil.
Convidamos todos os militantes e simpatizantes a virem aproveitar esta oportunidade de participar, debater e questionar as politicas da CML.