quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Comunicação da Lista A

Caras e caros camaradas,

Esta Sexta-feira, dia 24 de Outubro, entre as 19h30 e as 23h30, a Secção de Benfica e São Domingos de Benfica vai eleger directamente o Presidente da Federação da Área Urbana de Lisboa (PS/FAUL) e os delegados ao respectivo congresso federativo, que decorrerá no próximo dia 8 de Novembro.

O Presidente da Câmara Municipal da Amadora, Joaquim Raposo, recandidata-se à presidência do PS/FAUL com um programa mobilizador, que aposta na vitória do PS em todos os desafios eleitorais de 2009, e no qual nos revemos.

Com um único candidato e apenas um programa a sufrágio nestas eleições para o PS/FAUL procurámos convidar a participar todos militantes mais activos da nossa Secção – que participam nas Assembleias de Militantes e órgãos da Secção, bem como os que dão a cara pelo PS no difícil trabalho de oposição nas Juntas de Freguesia de Benfica e São Domingos de Benfica, dos governantes e deputados aos militantes anónimos.

A lista de delegados que apresentamos (no verso desta carta) é uma lista de camaradas descomprometidos com a gestão do PSD nas Juntas de Freguesia de Benfica e São Domingos de Benfica. Esta lista quer um PS que não se conforme nem se acomode.

Somos o PS que tem capacidade crítica, que sabe que nem o PS acerta sempre em tudo o que faz, mas que não tem dúvidas absolutamente nenhumas que Lisboa será melhor gerida pelo PS e António Costa do que pelo PSD e Santana Lopes, e que o país será melhor gerido pelo PS e José Sócrates do que pelo PSD e Manuela Ferreira Leite.

Por tudo isto apelamos ao seu voto na Lista A. Ao seu voto no PS unido e combativo que quer ganhar todas as eleições de 2009 em prol dos Portugueses e do desenvolvimento, por que acredita num projecto socialista para a Europa, para Portugal, para Lisboa e para as Freguesias de Benfica e São Domingos de Benfica.


Saudações Socialistas,
Lista A

L i s t a A

Candidatos a Delegados ao XIII Congresso do PS/FAUL
pela Secção de Benfica e São. Domingos de Benfica

Efectivos

1. Inês Drummond
2. José Leitão
3. Nuno Godinho de Matos
4. Celeste Correia
5. Ricardo Saldanha
6. António Catraia
7. Rita Neves
8. Hernâni Silva
9. Carlos Cardoso
10. Manuela Gonçalves
11. João Boavida
12. Alberto Hélder
13. Teresa Santo Cristo
14. Filipe Batista
15. João Roseta
16. Noémia Summavielle Freitas
17. Ilídio Cláudio
18. Jorge Gonçalves
19. Natália Umbelina
20. Cláudia Miranda
21. Hugo Pina
22. Isabel Marçano
23. Xavier de Basto
24. Hugo Simplício
25. Marta Rosa
26. Pedro Chambel
27. Margarida Duarte
28. Pedro Nascimento

Suplentes

29. Alfredo Alves
30. Cláudia Santos
31. Filipa Gomes
32. Mário Moura
33. Maria Shirley
34. Nuno Lopes
35. Sebastião Carqueja
36. Carla Correia
37. António Moreira
38. José Espírito Santo
39. Filipa Ribeiro
40. António Cádio Paraíso
41. Hugo Noeller
42. Rute Batista
43. José Gomes
44. Susana Pádua
45. Patrícia Reis
46. Saulo Chanoca
47. José Brioso
48. Lucília Pinheiro
49. Ribeiro Gascon
50. António Mota
51. Inês Espada Vieira
52. Pedro Queiroz
53. Carlos Correia
54. Cristina Vigon
55. Fernando Saraiva
56. Rui Cunha

(Carta recebida em casa dos militantes em nome da Lista A)

Comunicação da Lista S

Car@ camarada,

Desde o 25 de Abril, é reconhecido ao PS a capacidade de luta dos seus militantes, que constituem uma parte inalienável do seu património.
Sabemos que é imperativo essencial fazer ouvir a sua voz, para fundamentar as linhas de acção que os responsáveis terão de traçar e seguir com o seu apoio.
Só com um mútuo incentivo se irão vencer as dificuldades do futuro.
Porque em 2009 todos seremos poucos para ajudar a preparar as vitórias nas eleições Europeias, Legislativas e Autárquicas, nenhum militante do PS deve ver cerceada a sua participação nos actos eleitorais internos além de que as práticas políticas terão de ser na direcção de um PS cada vez mais forte e mais transparente.
Estamos convictos que, uma vez mais, a dinâmica da nossa militância em volta do camarada Joaquim Raposo, propiciará o reforço do Partido Socialista na Área Metropolitana de Lisboa.
Por tudo isto, estamos seguros que no próximo dia 24 de Outubro, na secção de Benfica e São Domingos de Benfica se impõe votar na Lista S.

Saudações Socialistas!

Lista S

Efectivos

1. Arnaldo Silva
2. Júlia Maranha das Neves
3. Duarte Alcântara
4. Laurentina Santos
5. Rafael Lucas Pereira
6. António Melo
7. Elisa Vaz
8. Maria Alice Corvina
9. José Neves
10. Cristina Kirkby
11. Arminda Pacheco
12. Orlando Baptista
13. Alice Martins
14. Sérgio Calhau
15. Ana Paula Albuquerque
16. Vladimiro Raposo
17. Judite Sesinando
18. Artur Reis
19. Ana Varela
20. João Veiga
21. Cristina Ferreira
22. lsaque Avelino
23. Marisa Espírito Santo
24. Teresa Vale de Matos
25. Vítor Soares
26. Manuela Pais
27. Maria Pulquéria Lúcio
28. Tomaz Leiria Pinto

Suplentes

1. Emanuel Maranha das Neves
2. Maria Fernanda Pinto
3. Ana Queiroz
4. Joaquim Carvalho
5. Ivone Casaca
6. Celina Pestana
7. José Domingos Pacheco
8. Goreti Avelino
9. Alexandra Mota Torres
10. Túlio Jacinto
11. Susana Barahona
12. Anabela Soares
13. Mark Kirkby
14. Natália Cunha
15. Vítor Vasques

(Carta recebida em casa dos militantes em nome da Lista S)

Convocatória para Eleições- FAUL


Convocatória para Eleições- DFMS


terça-feira, 21 de outubro de 2008

A lógica do dissidente ou: “como é que eu vou fazer para ganhar protagonismo e almejar a um lugar qualquer que me dê poder e visibilidade.”

É curiosa a vida partidária.

Nunca há lugar a momentos de convivência pacífica. Mesmo quando menos se espera, aparece alguém desalinhado e a desalinhar.

Não me interpretem mal!

Sou a favor do debate de ideias e contra o esvaziamento do pluralismo.

O debate é bom e recomenda-se, mesmo quando existem maiorias inquestionáveis.

Agora o que eu não percebo, e o que eu não suporto, mesmo, são os oportunismos!

Os oportunismos - e oportunistas - que só aparecem em cena em anos de eleições, de elaborações de listas e de escolha de delegados.

Os oportunistas que se recusam ajudar as Secções, sobre o pretexto de que isso é da responsabilidade dos órgãos superiores.

Os oportunismos dos que em prol de uma estratégia pessoal, do culto da personalidade, nada altruísta, egoísta e egocêntrica, se afastam do essencial da “macro” política e prosseguem numa lógica de politiquice pessoal, mesquinha e pequenina… muito pequenina.

Numa altura em que se apela à união do partido.

Em que verdadeiras facções se alinham e se preparam para os duros combates políticos de 2009, logo surgem movimentos deslizantes e de conveniência particular, procurando para proveito próprio, conquistar um espaço. Com um objectivo claro: legitimar futuras reivindicações pessoais e dissidentes dos reais interesses do Partido, sejam eles locais ou nacionais.

Ainda assim é bom que fenómenos destes se manifestem, para que todos saibam com o que se pode contar!

Até às 6 meses atrás, reinou um mar de ausência e de silêncio.

Não havia louvores, mas também não se reviam em críticas!

Hoje, afinal algo vai mal… Se não porque razões se manifestam os dissidentes?

Ter-lhes-á sido negada a participação activa?

Ou ter-se-ão esquivado de forma hábil e engenhosa a um compromisso que futuramente viesse a comprometer os seus planos pessoais?
Não deixo, no entanto, de registar com alguma mágoa e grande surpresa, que camaradas, com história e créditos firmados, se juntem a estes movimentos, substituindo a lógica do partido pela lógica pessoal.

Estamos sempre a aprender…

Mais do que nunca o partido tem de estar unido.

Mais do que nunca a Secção de Benfica e São Domingos de Benfica, como maior Secção de Lisboa, deve dar o exemplo e obter uma votação expressiva, nestas que são provavelmente as últimas eleições internas antes dos combates políticos de 2009.

O meu PS vive do debate de ideias!

No meu PS as pessoas promovem-se e pautam-se pelos valores e pelas ideias que defendem e não pelas jogadas de bastidores, pela política mesquinha, em busca da promoção pessoal.

Viva o PS.
Viva a Secção de Benfica e São Domingos de Benfica!
Filipe Batista

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Crise do capitalismo? Que oportunidades?

Estamos numa fase de crise actual do capitalismo financeiro que levará à sua substituição, mas em que não é ainda possível antecipar o ponto de chegada. O que podemos concluir, desde já, é que os pressupostos em que assentavam as posições neoliberais que têm sido dominantes, fracassaram completamente.
A crise tem levado a profundas mudanças de atitude dos decisores políticos perante questões como a intervenção do Estado na economia, as relações entre o público e o privado, os buracos negros do sistema financeiro, que são os off-shores, como podem ver aqui. Ninguém se iluda, isto não é um intervalo em que se suspenderam as regras neo-liberais por uns momentos para tudo voltar a ser como era dantes.
Os melhores textos sobre a crise têm sido publicados por José M. Castro Caldas e por João Rodrigues no blogue Ladrões de Bicicletas, por exemplo, aqui ou aqui, para referir apenas os mais recentes. Porfírio Silva publicou no blogue Machina Speculatrix aqui, a tradução de um importante manifesto de economistas franceses “Para uma economia institucionalista”, que “não separa a análise dos mercados da reflexão sobre o pano de fundo político e ético de uma economia. Ela acredita que as instituições económicas estão entrelaçadas com as normas políticas, jurídicas, sociais e éticas, e todas elas devem ser estudadas e pensadas ao mesmo tempo».
Immanuel Wallerstein deu uma importante entrevista ao Le Monde, de 10 de Outubro de 2008, titulada “ Le capitalismo touche a sa fin”, que poderá ler aqui.
Mesmo que não se considerem pertinentes todas as suas afirmações, não as podemos ignorar e devemos tê-las em conta na nossa intervenção política. Estou de acordo em que a crise, não é apenas cíclica, mas de sistema, que o futuro não está predeterminado, e que vivemos um período raro em que a impotência dos poderosos deixa um espaço de intervenção significativo ao cidadão, que poderá contribuir para influenciar o futuro.
A crise do capitalismo financeiro, é acompanhada, segundo Immanuel Wallerstein, do fim do ciclo político da hegemonia americana, que continuarão a ser um actor importante, mas que não poderão reconquistar a sua posição dominante perante multiplicação de centros de poder, como a Europa ocidental, a China, o Brasil e a Índia. Immanuel Walllerstein considera também que «Um novo poder hegemónico … pode ainda demorar cinquenta anos para se impor. Mas eu ignoro qual».
Vivemos um tempo de incerteza em que a crise do capitalismo financeiro, se fosse deixada à mão invisível do capitalismo, nos conduziria ao desastre e a um recuo civilizacional, a graus de exploração e desigualdade inimagináveis.
Os cidadãos, os partidos, os movimentos progressistas e os Estados podem, no entanto, contribuir para que depois da tempestade se caminhe para sociedades mais justas. O que exige uma nova economia política. A tradição da social-democracia e do socialismo democrático, economistas, como Keynes ou Galbraith, Paul Krugman, Stiglitz, têm de ser estudados, porque nos ajudam a construir as políticas necessárias para enfrentar a actual crise.
A multiplicação de centros de poder cria também oportunidades novas que têm que ser potenciadas por Portugal e pela CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa). A emergência incontestada do Brasil na nova arquitectura internacional, o crescimento acelerado de Angola, o papel estratégico no hemisfério Sul de países como, por exemplo, Cabo Verde, a presença de Portugal na União Europeia, devem estimular a criatividade dos políticos e diplomatas portugueses e de todos os países lusófonos. Existe uma oportunidade rara para os Estados-membros da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) participarem na reconstrução de um outra ordem internacional após séculos de hegemonia anglo-saxónica, desde que actuem de forma articulada e saibam fazer as alianças necessárias.
Vale a pena recordar o que cantava, Geraldo Vandré, no tempo da ditadura militar brasileira: «vem vamos embora/que esperar não é saber/quem sabe faz a hora/não espera acontecer».
Sim, nós podemos fazê-lo, não devemos perder a oportunidade rara na história de participar na criação de uma nova ordem internacional mais justa e equitativa.

José Leitão

Via Inclusão e Cidadania

Debate em S. João/Beato/Alto

A Secção de S.João/Beato/Alto Pina vai recomeçar os debates “Pensar Politica com mais PS”.
Neste sentido, convidamos todos os camaradas a participar num debate com a presença do nosso camarada Rui Oliveira e Costa, no próximo dia 23 de Outubro (5ª feira), pelas 21h30 na sede da Secção (Rua Carrilho Videira, 10 - 1ºDto), sobre as Eleições americanas – analise da actual situação e o perfil político de Barack Obama.
As eleições que ocorrerão no próximo mês de Novembro nos EUA revestem uma relevância fulcral para o futuro da Europa e do Mundo e, consequentemente, de Portugal. Por este facto, não nos podemos isentar de procurar um esclarecimento mais profundo sobre os candidatos e propostas dos candidatos norte-americanos.
A nós, socialistas democráticos e apologistas de uma sólida relação transatlântica, interessa-nos sobretudo entender o fenómeno gerado em torno de Barack Obama, o qual tem personificado os sentimentos de esperança e desejo de mudança dos cidadãos norte-americanos em relação à política seguida pela actual administração Bush.

Cordiais Saudações Socialistas

O Coordenador da Secção S.João/Beato/Alto Pina
Hugo Xambre Pereira

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Vamos desvendar a Justiça


segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Ecos - PS Lumiar

Conforme aqui noticiado, realizou-se no passado dia 6 de Outubro, na Secção do PS de Benfica e São Domingos de Benfica, um debate sobre a revisão do Código do Trabalho.
A revisão do Código do Trabalho, que se encontra em sede de discussão na especialidade na respectiva comissão, será votada no Parlamento ainda antes do fim do ano em curso.
Foi por isso pertinente a iniciativa levada a cabo por esta secção do Partido Socialista e tanto mais que teve a participação de responsáveis sobre a matéria, possibilitando, por via disso, alguns pertinentes esclarecimentos.
Ficou claro que, no meio de muito ruído, por parte dos média, os sindicatos têm, também, debilidades de intervenção e que sucessivamente põem de lado as preocupações concretas do dia-a-dia dos seus associados para serem protagonistas de agitações e de abanar bandeiras, gesticulando chavões, que raramente têm conexão com a realidade vivida nos locais de trabalho.
Ficou dito e confirmado, a propósito da morte de seis operários da construção civil numa só semana, que nenhum sindicato ou central sindical teve a coragem de deitar mão ao recurso da Providencia Cautelar para impedir o andamento de obras realizadas sem o mínimo de condições de segurança. Mais, em circunstâncias algumas, alguma vez um sindicato deitou mão deste recurso bem como de outros instrumentos, juridico-processuais, existentes na lei para defesa dos associados, em particular e dos trabalhadores em geral.
Espera-se, que algum dos sindicalistas presentes aproveite a sugestão colocada pelo Dr. João Correia, no sentido de ser elaborado e divulgado um mapa, artigo a artigo, onde sejam comparadas as alterações agora propostas no código em debate e as correspondentes no código de 2003, ainda em vigor. Que se explique quais as vantagens e desvantagens, os riscos e meios de defesa, na óptica dos trabalhadores.
Ficou igualmente mais claro, que para o país vencer a inércia da competitividade, o aumento da participação consciente dos trabalhadores na vida das empresas, melhorar a formação e aquisição de competências não é suficiente, é muito curto, só legislar. Aos governos e ao Estado cumpre darem o exemplo no cumprimento do legislado e têm, simultaneamente, a obrigação de organizar meios e criar instrumentos fiscalizadores em ordem a fazer cumprir, com o mínimo de rigor e justiça social, as obrigações das empresas, dos empresários e dos trabalhadores.
Está pois de parabéns a Secção do PS de Benfica e São Domingos de Benfica pela oportunidade do debate.

E. Branquinho
Via PS Lumiar

Ecos - Alberto Helder

O Secretariado da Secção de Benfica e São Domingos de Benfica levou a efeito no passado dia 6, segunda-feira, nas suas instalações, um debate sobre este tema que todos afecta e que todos os interessados têm interesse em saber mais e em pormenor. Estiveram presentes, como convidados, João Proença, presidente da UGT-União Geral dos Trabalhadores, Carlos Trindade da CGTP-Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses e João Correia da Comissão do Livro Branco. Na mesa que orientou os trabalhos também Inês Drumond e José Leitão membros dirigentes da Secção de Benfica do PS.
Depois dos oradores terem exposto, em termos gerais, as suas ideias e convicções baseadas em pressupostos de que este Código será bem melhor do que está em vigor desde 2003, foi a vez dos camaradas presentes na plateia intervirem, dizendo de sua justiça
Para além de descreverem casos pontuais, nalguns casos na primeira pessoa – o que não deixa de ser sintomático quando algo nos toca directamente – também inquiriram os palestrantes sobre pontos em que o projecto de lei não esclarece completamente.
Foi uma sessão aberta, tranquila, animada e profícua tendo-se debatido vários dos temas mais mediáticos, tais como a precariedade, a segurança social, os recibos verdes, a formação profissional, o mercado de trabalho, os direitos adquiridos, a maternidade, a doença, entre outros.
Comento, dizendo, que com estas sessões de esclarecimento e quem estiver interessado em conhecer os assuntos em profundidade, os que nelas participam ficam mais ricos nos seus saberes e nas suas capacidades.
Pois, quando forem chamados a opinarem e clarificarem as situações que se lhes deparem enquanto cidadãos de corpo inteiro, estão com um perfeito entendimento da matéria, o que é sobejamente útil à sociedade em que se inserem!

Alberto Helder
Via Alberto Helder