quinta-feira, 26 de maio de 2011
Passos Coelho pretende reavaliar a Lei do IVG

“Precisamos de fazer, tal como aliás estava previsto, uma reavaliação dessa situação. Temos de reavaliar essa situação, não no sentido de voltar a cara a esses problemas, de ter qualquer intolerância em relação a isso, mas para poder ajuizar se se foi até onde se devia ter ido ou se se foi um pouco longe demais".
Declarações de Passos Coelho à Rádio Renascença a 26 de Maio…de manhã.
O País foi hoje surpreendido por mais uma declaração inusitada e perigosa de Passos Coelho que se vem diariamente revelando aos portugueses, com a sua postura neo-liberal.
A Despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez até às dez semanas, aprovada e em vigor no nosso país, foi objecto de uma longa e penosa “luta” realizada pela maioria das mulheres portuguesas que, lutando nas ruas e identificando-se, optando pelo silêncio do seu sofrimento, viram atingido o seu objectivo ao fim de muitos anos.
Muitas mulheres morreram resultado de abortos clandestinos. Outras choraram toda uma vida em resultado das sequelas físicas e psíquicas daí decorrentes.
O governo do Partido Socialista cumpriu o prometido na campanha eleitoral, confirmando uma das maiores conquistas das mulheres portuguesas, tendo este tema tido um amplo debate na sociedade portuguesa.
Passos Coelho vem agora afirmar que “se foi um pouco longe demais”.
A dignidade da Mulher portuguesa está posta em causa!
A regressão da vida política, social e económica caso Passos Coelho fosse eleito Primeiro-Ministro, seria total. Seria o neo-liberalismo no seu pior.
Passos Coelho pode agora negar o que disse, com costuma fazer. Mas o povo está atento, em especial os socialistas, que para além disso, começam a estar vigilantes.
E como disse um dia Abraham Lincoln, "Aqueles que negam liberdade aos outros não a merecem para si mesmos."
Patrocínia Vale César
PS Lisboa
Sócrates "chocado" com declarações de Passos Coelho sobre lei do aborto

Inserido de: SIC Notoicias
O líder do PS, José Sócrates, manifestou-se hoje "chocado" com as declarações de Pedro Passos Coelho a propósito da interrupção voluntária da gravidez, considerando que o líder social-democrata "adapta as convicções às conveniências". Também a vice-presidente da bancada parlamentar do PS, Ana Catarina Mendes, defendeu que reavaliar a lei do aborto pode pôr em causa as conquistas de dignidade e saúde das mulheres.
"Fico chocado com essa declaração do doutor Passos Coelho e acho que isso não é admissível", disse, no final de uma ação de rua no centro da Amadora.
Em declarações à Rádio Renascença, o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, defendeu que a última lei do aborto aprovada pelo Parlamento -- que despenaliza a Interrupção Voluntária da Gravidez até às dez semanas - pode "ter ido um pouco longe demais" e tem de ser reavaliada, não excluindo a possibilidade de realização de um novo referendo sobre a matéria.
"Conheci essa declaração há pouco e devo dizer-vos que estou chocado com isso. O líder do PSD mostrou hoje que afinal de contas adapta as suas convicções às suas conveniências e que muda de opinião segundo os auditórios. Isso já tínhamos percebido (...) então agora é que o doutor Passos Coelho entende dizer ao país que não está de acordo com a lei? Agora é que pretende fazer um recuo naquilo que foi uma expressão genuína da vontade dos portugueses?", disse.
E acrescentou: "Se o doutor Passos Coelho pretendia mudar a lei do aborto deveria tê-lo posto no seu programa, devia tê-lo assumido há muito tempo". Para Sócrates, a despenalização da interrupção voluntária da gravidez "foi uma mudança que pôs o país à altura dos tempos".
O secretário-geral socialista comentou ainda que o país "não precisa desse tipo de lideranças", que considerou "pouco preparadas e sempre disponíveis para mudar em função do auditório e de quem os ouve".
"Não se muda de convicção consoante as conveniências", declarou.
José Sócrates salientou ainda que já foram feitos "dois referendos" sobre a despenalização do aborto, a últimas das quais "foi muito concludente".
"O doutor Passos Coelho é que anda sempre a mudar de programa. Então porque é que não escreveu isso no seu programa?", acrescentou.
"Conquistas de dignidade e saúde das mulheres"
A vice-presidente da bancada parlamentar do PS defendeu também hoje que reavaliar a lei do aborto porque "talvez se tenha ido longe demais", como propôs o líder do PSD, pode pôr em causa conquistas "essenciais" de dignidade e saúde.
"Esta foi uma lei pela qual a sociedade portuguesa lutou durante muitos anos, foi alvo de um referendo e de um amplo debate na sociedade portuguesa", disse à Lusa Ana Catarina Mendes, acrescentando que a lei representa duas coisas essenciais.
"A primeira é a dignidade para consigo própria e a segunda é poder realizar uma interrupção da gravidez em condições de saúde que não a coloquem em perigo", explicou a deputada.
"Essas duas conquistas não podem hoje ser colocadas em causa sob pena de estarmos a retroceder significativamente na sociedade portuguesa no que diz respeito aos direitos fundamentais do cidadão", sublinhou.
Lusa
quarta-feira, 25 de maio de 2011
José Sócrates: “Eu não tenho medo das autonomias regionais”
Inserido de: www.ps.pt
O secretário-geral do PS frisou hoje que sempre esteve ao lado do presidente do Governo dos Açores, Carlos César, em defesa do aprofundamento da autonomia, numa referência implícita à polémica sobre o Estatuto Político Administrativo desta região.
José Sócrates falava num jantar comício em Ponta Delgada, onde fez um longo discurso perante cerca de 1700 pessoas. Referiu-se indirectamente à controvérsia em torno do Estatuto Político Administrativo dos Açores, alvo de veto por parte do Presidente da República e chumbado pelo Tribunal Constitucional em 2009.
“Venho aqui aos Açores pedir a vossa confiança e faço-o olhos nos olhos, porque ao longo destes seis anos nunca o Governo da República faltou às justas aspirações dos açorianos. Eu estive ao lado dos Açores quando se discutiu a questão da autonomia e quando os Açores reclamavam muito justamente mais direitos de audição para os órgãos legítimos regionais”, disse.
Sócrates assumiu-se depois como um político que olha para a autonomia “como uma questão de aprofundamento da unidade nacional, que serve ao todo nacional”.
“O aprofundamento [da autonomia dos Açores] é uma condição de coesão e de unidade nacional. Estive ao lado de Carlos César nessa batalha que sempre me pareceu justa, porque eu não tenho medo das autonomias regionais”, acrescentou, recebendo uma prolongada salva palmas.
Depois, Sócrates deixou um rasgado elogio aos açorianos.
“Eu conheço bem o contributo que os Açores sempre deram para a afirmação nacional, para a História de Portugal e nunca recusei estar ao lado do Governo Regional dos Açores no sentido de se colaborar nos projectos de interesse estratégico”, disse.
Em contraponto aos partidos da oposição, José Sócrates disse que o PS se apresenta nas eleições “como a força da moderação, da responsabilidade e que pretende dar segurança aos portugueses”.
“O país já pagou um custo pela irredutibilidade de muitos, pagou um custo pelo sectarismo e radicalismo. É tempo de os líderes políticos perceberem que o momento é de criarem um clima propício a entendimentos, não de radicalismo, sectarismos e agressividade. É tempo de pensarem no país e não nos seus interesses próprios, nas suas carreiras ou nos seus interesses partidários”, acrescentou.
terça-feira, 24 de maio de 2011
PS e PSD empatados na primeira sondagem diária da SIC

PS e PSD estão em situação de empate técnico, de acordo com o resultado da primeira sondagem que a partir de hoje a SIC, o Expresso e a Rádio Renascença passam a publicar diariamente até ao fim da campanha eleitoral.
Acompanhe a sondagem diária na SIC
sábado, 21 de maio de 2011
Os candidatos PS visitam a Freguesia de Benfica

As acções de campanha do passado sábado iniciaram-se em frente à Igreja de Benfica, onde se reuniram muitos apoiantes do Partido Socialista, que em conjunto com Ferro Rodrigues e diversos candidatos a Deputados pelo círculo de Lisboa, rumaram para o Mercado de Benfica. Durante este percurso foram várias as vezes em que se parou para que os candidatos não só fossem calorosamente saudados por populares, como para ouvirem incentivos para que continuassem a lutar pelo Estado Social. A visita ao Mercado de Benfica comprovou que os portugueses acreditam que o Partido Socialista é o partido que melhor pode assegurar a defesa de Portugal: cumprimentos, saudações, perguntas e apelos foram uma constante.
Depois de Benfica, foi tempo para rumar até Campo de Ourique, onde se verificou nova recepção calorosa, em especial no Jardim da Parada, onde os muitos idosos fizeram questão de cumprimentar aqueles que segundo as suas palavras “mais fizerem por nós”.
Mas o momento do dia, estava reservado para a tarde, onde em pleno coração do Bairro da Boavista, em Benfica, um pequeno banho de multidão recebeu entusiasticamente a comitiva do Partido Socialista, num grande arraial popular, onde todos os candidatos a Deputados, e em especial Ferro Rodrigues, não tiveram mãos a medir para cumprimentar e escutar todas as pessoas que ali fizeram questão de marcar presença.
A reportagem fotográfica
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Debate - José Sócrates e Passos Coelho (RTP1 / 20.Maio)
Texto inserido de www.rtp.pt
Num debate onde foram apresentadas muito poucas propostas concretas sobre o futuro do país, a primeira metade do frente-a-frente entre os líderes do PS e do PSD foi caracterizada por uma autêntico braço de ferro em torno de quem comandava os temas a colocar à discussão. (veja aqui o debate na íntegra)
Sócrates começou por apresentar um relatório assinado por Passos Coelho enquanto administrador da Fomentinvest (de 2010, em relação à situação económica de 2009) em que este último assumiu a dimensão internacional da crise financeira portuguesa e, mais à frente, citou diversas posições do presidente do PSD sobre saúde, acusando-o de pretender "destruir" o Serviço Nacional de Saúde.
Passos Coelho, pelo contrário, procurou colocar a questão central do debate nos seis anos de Governo de José Sócrates, acusando o secretário-geral do PS de querer discutir as ideias do PSD para encobrir "a vacuidade" do programa do PS, de pretender fugir às suas responsabilidades enquanto primeiro-ministro, depois de deixar o país à beira "da bancarrota", com 700 mil desempregados, de ter cortado salários e prestações sociais.
"O senhor vai a votos como primeiro-ministro", mas é espantoso a dificuldade que tem em discutir as suas responsabilidades", disse Passos Coelho, ouvindo a seguinte resposta de Sócrates: "Sou responsável por todas as medidas difíceis, nunca virei a cara às dificuldades, mas o senhor é responsável pela abertura de uma crise política, que levou Portugal a pedir ajuda externa".
Sócrates acusa Passos de maledicência
O presidente do PSD criticou ainda a execução do Orçamento para 2011 dizendo que a redução da despesa está a ser feita pela metade, o que levou o primeiro-ministro e secretário-geral do PS a acusá-lo de maledicência.
"A execução orçamental que foi hoje divulgada e que, pelos vistos, gera a satisfação ao senhor engenheiro Sócrates, gera a maior preocupação para quem pode vir a ser Governo a partir de junho", porque a despesa primária "está a descer pela metade", disse o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, num debate com o secretário-geral do PS, na RTP.
Segundo Passos Coelho, "os objetivos fixados para este ano de 5,9 por
cento para o défice já não são atingíveis se o resultado da execução orçamental que foi hoje divulgada for projetado para o resto do ano", o que significa que "o engenheiro Sócrates não conseguiu deixar arrefecer o que assinou com a União Europeia e já não está a cumprir".
José Sócrates reagiu acusando Passos Coelho de "dizer mal de tudo, até das boas notícias", quando o Governo conseguiu reduzir "75 por cento o défice relativamente ao ano passado", e considerou que é tempo "de parar com a maledicência".
Campanha em Lisboa > Arraial no Bairro da Boavista

Este sábado, dia 21, pelas 17h30, os militantes da Secção de Benfica e São Domingos de Benfica, residentes no Bairro da Boavista, convidam a participar num Arraial, com Fado.
Este arraial contará com a presença dos candidatos do PS pelo circulo de Lisboa, Ferro Rodrigues, cabeça de lista, mas também Maria de Belém, Alberto Costa, Inês Drummond (Presidente da Junta de Freguesia de Benfica), e muitos outros candidatos para deputados do PS a Assembleia da Republica.
Apareça! Será benvindo!
Campanha em Lisboa > Concentração em Benfica, na Pastelaria Nilo, sábado, às 9h30

Este sábado, dia 21, às 9h30, concentração em Benfica, frente à Pastelaria Nilo e Igreja de Benfica, para uma arruada até ao Mercado de Benfica, com Ferro Rodrigues e mais candidatos por Lisboa.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Campanha em Lisboa > Ferro Rodrigues e António Costa

Campanha em Lisboa > Ferro Rodrigues e António Costa.
20.Maio, 10h30.
Concentração, Largo do Intendente, junto ao Sindicato dos Seguros
quarta-feira, 18 de maio de 2011
José Sócrates: Portugal tem que vencer a crise mantendo o Estado social

José Sócrates: Portugal tem que vencer a crise mantendo o Estado social.
José Sócrates falava no final de uma arruada no centro de Queluz, em que foi abraçado e beijado por muitos cidadãos.
José Sócrates tinha ao seu lado o cabeça de lista do PS por Lisboa, Ferro Rodrigues, assim como o, Jorge Lacão e o dirigente José Lello.
“Estas eleições são vitais, porque nunca como agora tanto esteve em causa para o nosso país. A escolha é entre Portugal querer vencer a crise mantendo o Estado social, ou querer, como pretende a direita, aproveitar a crise para pôr em causa os pilares do Estado social”, disse.
A seguir, José Sócrates deixou críticas a Pedro Passos Coelho por “fazer um ataque radical” ao programa Novas Oportunidades, dizendo que “ofendeu todos os portugueses que se certificaram” neste programa.
“A cegueira contra o Estado social é tal que o líder do PSD dispara sobre tudo o que mexe, critica todos os programas, mas tenho uma pergunta para lhe fazer. Se ele critica tudo, se tem uma política de terra queimada, então faça o favor de nos dizer o que já fez na sua vida política para melhorar a vida dos portugueses”, questionou.
Segundo Sócrates, o presidente do PSD, “na única decisão que tomou, abriu uma crise política, que teve um preço”.
“Ao abrir uma crise política apenas por ambição do poder, o líder do PSD mostrou que preserva mais os interesses do seu partido do que preservar interesses do nosso país”, acrescentou.
A terminar, Sócrates deixou um apelo à mobilização dos socialistas, pedindo-lhe “empenhamento”, porque “a campanha será decisiva”.
“Este não é o momento para ninguém ficar em casa. Este é o momento para todos fazerem ouvir a sua voz”, declarou.
Inserido a partir de http://www.ps.pt
Ferro Rodrigues acusa PSD de ser contra a mobilidade social por criticar Novas Oportunidades

Sintra, 18 mai (Lusa) -- O cabeça de lista do PS por Lisboa, Ferro Rodrigues, acusou esta noite o PSD de ser contra a mobilidade social e de ter insultado milhares de portugueses ao pôr em causa o programa das Novas Oportunidades.
"É absolutamente inaceitável porque foi uma ofensa que fez a mais de 500 milhares de portugueses que por uma questão de autoestima ou de ambição de ascender profissionalmente quiseram melhorar as suas habilitações. Com este discurso o PSD só mostra que está contra a igualdade de oportunidades e contra a mobilidade social", criticou.
Ferro Rodrigues falava à agência Lusa à margem de um encontro com militantes socialistas que decorreu esta noite numa escola de Queluz e que contou com a presença, entre outros, dos deputados Vitalino Canas, Maria de Belém e Marcos Perestrelo.
O candidato socialista criticou ainda a proposta do PSD de que os beneficiários do Rendimento Social de Inserção sejam obrigados a fazer trabalho comunitário.
"Isso demonstra um grande desconhecimento das pessoas que têm acesso a esse tipo de rendimento. São crianças e idosos e não estão em idade de trabalhar", sublinhou.
Durante o encontro com os militantes socialistas, que durou cerca de uma hora, Ferro Rodrigues enumerou 10 razões para dar um voto de confiança ao PS e outras tantas para penalizar o PSD.
Na segunda-feira o líder do PSD, Passos Coelho anunciou que irá pedir uma auditoria ao programa Novas Oportunidades e acusou José Sócrates de distribuir diplomas "a granel" a troco de votos.
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terça-feira, 17 de maio de 2011
José Sócrates: «Passos Coelho ultrapassou os limites e insultou 500 mil portugueses»

por Agência Lusa, Publicado em 17 de Maio de 2011
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O secretário-geral do PS afirmou hoje que o líder do PSD ultrapassou todos os limites" ao dizer que o programa das Novas Oportunidades pretende "certificar a ignorância", insultando 500 mil portugueses que o utilizaram.
José Sócrates falava no Funchal num almoço-comício integrado na pré-campanha das eleições de 05 de junho que encheu o cais capital madeirense, espaço que ficou vedado à população.
O secretário-geral do PS considerou que Pedro Passos Coelho revelou "ignorância" ao atacar esse programa e defender uma auditoria externa, porque essa análise já é efetuada e, "para além disso, referiu-se a esse programa dizendo que pretende certificar a ignorância, e aí passou todos os limites".
“Não se trata apenas de insultar o Governo e a mim próprio, coisa que faz muitas vezes, mas trata-se de insultar os 500 mil portugueses que obtiveram com o seu esforço e coragem uma melhoria das suas habilitações”, sustentou.
Para José Sócrates, a crítica de Pedro Passos Coelho “ao exprimir o preconceito social, mostrou que ele não sabe do que fala”, sendo “revelador da impreparação, da falta de conhecimento”, pois “não hesita perante nada para atacar tudo, dizer mal de tudo, numa política de terra queimada que em nada contribui para afirmar a defesa dos interesses superiores do país”.
O secretário-geral socialista salientou que “o PS e o Governo socialista se orgulham de nunca ter faltado à Madeira nos momentos difíceis e sempre ter estado ao lado dos madeirenses quando precisaram de solidariedade nacional”, apontando a Lei de Meios como “uma expressão dessa vontade de estar ao lado das autoridades regionais para os ajudar na reconstrução da Madeira” depois do temporal.
Sublinhou que a Lei de Meios “foi um símbolo que foi protegida nesta negociação nacional”, não tendo sido posta em causa no memorando de entendimento com a ‘troika’ internacional que definiu o montante da ajuda externa a Portugal.
“A reconstrução da Madeira está garantida pelos mesmos meios financeiros que foram aprovados há tempos atrás”, realçou.
Apelou ao empenho de todos para participarem numa campanha eleitoral “de nobreza, de elevação, que discute ideias e não recorra nem ao insulto, nem ao ataque pessoal e muito menos às brejeirices políticas que têm sido utilizadas nestes últimos tempos”.
Por seu turno, o líder do PS-Madeira, Jacinto Serrão, criticou o facto de Pedro Passos Coelho não ter mostrado disponibilidade para se deslocar em campanha a esta região, indicando que “a direita nunca conviveu bem com o processo autonómico” e “não quer ser confrontado com as politicas de regabofe de Alberto João Jardim, nem com a situação de falta de democracia e desrespeito pelas regras elementares do Estado de direito”. “Se quer ser primeiro-ministro não pode excluir uma parcela do território português”, concluiu.
Viera da SIlva: O PSD desrespeitou o esforço de qualificação de centenas de milhares de portugueses.
Inserido a partir de http://www.ps.pt
O PS manifestou hoje “repúdio” pelas declarações do líder do PSD contra o programa Novas Oportunidades, considerando que Pedro Passos Coelho revelou “leviandade” e desrespeitou o esforço de qualificação de “centenas de milhares” de portugueses.
A posição dos socialistas foi transmitida em conferência de imprensa pelo dirigente Vieira da Silva.
Vieira da Silva condenou palavras de Passos Coelho, durante uma reunião com professores, na segunda-feira, classificando o programa Novas Oportunidades como “um escândalo” ou “uma credenciação à ignorância”.
Pedro Passos Coelho anunciou nessa mesma ocasião que, se formar executivo, instaurará uma auditoria externa à iniciativa lançada pelos governos socialistas.
Para Vieira da Silva, o presidente do PSD “ofendeu todos aqueles que se envolveram no programa Novas Oportunidades” e prestou “um mau serviço ao país, parecendo não perder uma oportunidade para demonstrar a sua impreparação, desconhecimento e leviandade com que aborda assuntos importantes da vida portuguesa”.
“O PS manifesta o mais veemente repúdio por estas declarações, que não servem os portugueses e muito menos um debate sério e responsável sobre os caminhos do país no domínio da educação. Pedro Passos Coelho parece ter retomado as palavras de má memória de 2009, em que o PSD pretendia rasgar todas as políticas que não fossem da sua responsabilidade”, apontou Vieira da Silva.
Segundo Vieira da Silva, ao contrário do que afirmou o líder social-democrata, o programa Novas Oportunidades, que tem sido elogiado por instituições internacionais como a UNESCO, é alvo de uma avaliação externa por parte de “uma prestigiada universidade portuguesa” – tarefa coordenada pelo ex-ministro da Educação Roberto Carneiro.
“Desde 2006, inscreveram-se no programa Novas Oportunidades cerca de 1,5 milhões de cidadãos, dos quais 520 mil foram certificados com diplomas referentes aos níveis do 9º e 12º anos. Mais 380 mil foram certificados em formações de mais curta duração, existem atualmente 459 centros Novas Oportunidades, 196 deles em escolas dos ensinos básico e secundário”, apontou Vieira da Silva.
Neste contexto, o dirigente socialista frisou ainda que colaboram nestes centros cerca de nove mil técnicos, havendo igualmente a acrescentar 600 avaliadores externos.
“Estas declarações de Pedro Passos Coelho demonstram três dimensões fundamentais: Leviandade na abordagem de uma iniciativa que mobilizou tantos portugueses; desrespeito pelo esforço de centenas de milhares de homens e mulheres que se envolveram na iniciativa; e desrespeito relativamente à própria iniciativa”, acrescentou.
Ver video da conferência de imprensa também em www.ps.pt
domingo, 15 de maio de 2011
Sócrates diz-se “revigorado e entusiasmado” com o apoio no Minho
Inserido a partir de http://noticias.sapo.pt
15 de Maio de 2011 (foto Sapo/Lusa)
O líder socialista, José Sócrates, disse hoje em Fafe que sai do Minho “revigorado e entusiasmado para lutar pela vitória” nas eleições legislativas de 5 de junho.
“Quem aqui vem percebe que o PS é o partido do povo”, afirmou, entusiasmado, às centenas de apoiantes que o ouviam em Fafe.
Sócrates, ladeado por Laurentino Dias, secretário de Estado do Desporto e presidente da assembleia municipal local, agradeceu a mobilização das localidades minhotas de Vizela, Cabeceiras de Basto e Fafe, que hoje visitou.
Motivado pelas palavras de incentivo que ouviu ao longo do dia, lembrou, em Fafe, uma velha frase de campanha dos socialistas: “Quanto mais a luta aquece mais força tem o PS”.
A intervenção de Sócrates em Fafe foi semelhante às que fizera antes em Vizela e Cabeceiras de Basto, destacando-se as críticas ao PSD e ao seu líder.
Numa alusão à eventual vitória do PS nas legislativas, o secretário-geral socialista disse que a oposição, que responsabilizou pela crise política, “vai ter uma grande lição”.
Voltando a sinalizar a “aventura” de abrir a privados o Serviço Nacional de Saúde, a escola pública e a Caixa Geral de Depósitos, o dirigente garantiu que o seu partido no Governo vai voltar a ter "uma atitude responsável" na defesa do país, “porque o PS é o partido do povo”.
“O país precisa de vencer a crise económica, mantendo o Estado social”, reafirmou.
Antes, Laurentino Dias apelou ao eleitorado para que faça justiça, dando nova vitória ao PS, porque, disse, José Sócrates “tem defendido Portugal com coragem e competência”.
O presidente da câmara municipal de Fafe, o socialista José Ribeiro considerou José Sócrates o melhor primeiro-ministro que o país já teve, elogiando o seu “sentido patriótico”.
Antes de Fafe, o secretário-geral do PS passou de manhã por Vizela e almoçou com apoiantes em Cabeceiras de Basto, dois concelhos com autarquias de maioria socialista.
Nas duas localidades, o líder do PS foi recebido por centenas de apoiantes, num ambiente tipicamente minhoto de plena campanha eleitoral, onde não faltaram os habituais grupos de bombos.
@LUSA
Inserido a partir de http://noticias.sapo.pt
Campanha eleitoral PS Lisboa: Jardim de Belém, 17h00

Os candidatos a deputados à Assembleia da Republica por Lisboa, designadamente Maria de Belém e Jorge Lacão, estarão em acção de campanha eleitoral no Jardim de Belém, hoje, à 17h00.
A concentração será à frente do Mosteiro dos Jerónimos.
Contamos consigo.

