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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Autarquicas 2009 - Resultados Lisboa





Clicar nas imagens para aumentar.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Gato Fedorento esmiúça António Costa (29.Set)



Também é possível fazer-se política com humor inteligente. Reveja o vídeo da entrevista do Gato Fedorento a António Costa, realizada em 29 de Setembro.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

António Costa na Grande Entrevista de 2009-07-16



António Costa na Grande Entrevista de 2009-07-16

António Costa na Baixa de Lisboa


António Costa participará na tradicional Descida do Chiado e Baixa de Lisboa

Dia 8 de Outubro (quinta-feira), 16h30.

Aposte no desenvolvimento sustentável da sua cidade, Lisboa. Participe também!

António Costa e Inês Drummond visitam o Bairro da Boavista


No dia 4 de Outubro, António Costa e Inês Drummond, bem como outros candidatos à Câmara Municipal de Lisboa e à Junta de Freguesia de Benfica visitaram o Bairro da Boavista, tendo sido muito bem recebidos pela população do Bairro.

António Costa recebe apoio de Carvalho da Silva




O secretário-geral da CGTP considera importante a vitória do candidato socialista num esforço de união da esquerda para governar a capital.

Fonte: RTP

António Costa - Uma Questão de Confiança

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

António Costa visita a Quinta da Granja (Benfica)


Dia 7 de Outubro (quarta-feira), 09h45).

Viagem de metro do Chiado para o Colégio Militar e visita ao parque da Quinta da Granja. Ponto de encontro frente à Brasileira do Chiado.

Fonte: Unir Lisboa

Curiosidades sobre a Quinta da Granja

* RTP: Parque Urbano da Quinta da Granja concluído em 2009

* Jornalde Notícias: Parque Urbano da Quinta da Granja pronto em 2009

* Benfica Solidária: Quinta da Granja finalmente!

* Retalhos de Benfica - Quinta da Granja

* Retalhos de Benfica - A Nova Quinta da Granja: as obras para parque urbano

* Forum Arquitectura e Urbanismo - Lisboa

Bom dia, República

Viva a República e a unidade nacional!

Com o pretexto de estarmos em campanha eleitoral para as autarquias quebraram-se as tradições que são antigas de quase 100 anos. A Bandeira de Portugal, símbolo adoptado após a implementação da república, não foi içada na Câmara Municipal de Lisboa pelo Presidente da República como se as eleições tivessem sido marcadas antes da república ser república e como se a democracia celebrada em votos não fosse coisa da própria república.

Dir-me-ão que já antes outros tinham feito coisa semelhante, mas também lhes digo que o entendi errado porque a demonstração de independência partidária que se pretendeu transmitir mais não foi do que desviar as atenções da unidade dos portugueses à volta das suas referências de regime.

O modelo seguido hoje distanciou, uma vez mais, os diversos poderes que se reúnem neste dia na varanda dos Paços de Concelho de Lisboa e não foi um discurso de circunstância ditado do vulnerável bunker de Belém que ajudou a superar a ideia de que o Presidente da República se isola dos outros poderes.

A República e os conceitos de igualdade e fraternidade que lhe são inerentes revêem-se na nossa Constituição onde os deveres de unidade do Estado são carga especial do mais alto magistrado da Nação.

Foi lamentável que se perdesse a oportunidade de demonstrar essa unidade num dia em que todas as instituições da república e o seus símbolos, Bandeira, Hino, Presidente, Legislativo, Executivo, Autárquico, Justiça, têm por praxe reunirem-se no mesmo espaço para falarem à República Portuguesa e ao nobre povo desta Nação valente e imortal.

Luis Novaes Tito
Publicado em A Barbearia do Senhor Luís

António Costa - Unir Lisboa

As eleições autárquicas em Lisboa são uma escolha decisiva entre dois candidatos, duas candidaturas e duas ideias totalmente diferentes para a cidade. É preciso sublinhar que é uma opção decisiva e que só estão em causa duas candidaturas para Presidente da Câmara, a de António Costa e a de Pedro Santana Lopes.
António Costa é o candidato do PS, que se abriu não apenas aos candidatos identificados com o movimento Cidadãos Por Lisboa de Helena Roseta ou de Lisboa é Muita Gente de José Sá Fernandes, mas também de muitos outros independentes, como os do CLAC, Cidadãos Lisboetas Apoiam António Costa. António Costa bateu-se por uma unidade à esquerda mais ampla, mas o Bloco de Esquerda e a CDU recusaram-na. Pedro Santana Lopes é o candidato de toda a Direita, reunida numa coligação do PSD/CDS/PP/PPM/MPT- Partido da Terra. Só estes dois candidatos concorrem verdadeiramente a Presidentes da Câmara de Lisboa. Os restantes candidatos de outros partidos de esquerda não concorrem a Presidentes de Câmara. Concorrem apenas a vereadores, porque o Presidente da Câmara é o candidato que encabeça a lista mais votada e não é escolhido pelos vereadores eleitos. Votar nessas listas é dispersar votos que são necessários para que António Costa possa governar a Câmara de Lisboa. A esquerda não deve concentrar os votos em António Costa, não deve ser burra, como referiu Boaventura de Sousa Santos aqui.
Lisboa depois da falência, da confusão e da paralisia em que a mergulharam a gestão da Direita, não pode ser mais uma cidade de oportunidades perdidas. O jovem escritor Jacinto Lucas Pires na sessão de apresentação da Comissão de Honra da Candidatura Unir Lisboa, que pode consultar aqui, referiu que é necessário recusar a lógica do foguetório, do populismo e da demagogia barata, que caracterizam a candidatura de Pedro Santana Lopes. António Costa representa, pelo contrário, a vontade de fazer de Lisboa uma cidade das pessoas, uma cidade amigável, uma cidade sustentável, uma cidade competitiva, inovadora e internacionalizada, uma cidade próxima e participada, uma cidade de oportunidades, cujo programa pode conhecer aqui.
Neste contexto, justifica-se que a esquerda se una em torno de António Costa, mas não apenas a esquerda, todos os cidadãos que amam Lisboa, que consideram que merece ser governada por uma equipa que faz bem. A Comissão de Honra da Candidatura de António Costa e o Concerto Todos Por Lisboa aqui exprimem bem a unidade de gerações, de actividades profissionais, de gente com diferentes orientações políticas, que estão empenhados numa boa governação para Lisboa, que é uma cidade maravilhosa, com uma luz magnífica, com gente cuja riqueza e diversidade cultural é uma oportunidade para fazer uma grande metrópole cosmopolita.
Depois de ter sido arrumada a casa na Câmara e pagas as dívidas, a cidade mexe, os pavimento foram recuperados, os espaços verdes estão a ser preservados, muitas casas estão a ser reabilitadas, bem como jardins ou logradouros, as pessoas sentem-se respeitadas na sua diversidade e que a sua diversidade cultural é uma oportunidade e não um fardo para a cidade, os mais velhos voltam a jardins que tinham sido abandonados e degradados e recomeçam os seus jogos de cartas, aumentam as vias cicláveis e os corredores bus. Naturalmente que muito há que fazer para tornar Lisboa uma cidade mais amigável, mais limpa, mais segura, para assegurar melhor mobilidade, para dotar Lisboa de melhores escolas, que assegure mais oportunidades para todos incluindo os jovens e os idosos, uma cidade de bairros, em que o comércio, o turismo, a ciência e a cultura, as novas industrias, e o empreendorismo criem empregos decentes.
Só pode unir Lisboa quem foi capaz de unir em torno de si cidadãos de grande competência, vindos da esquerda, de alguma direita que ama a Cidade, ou sem qualquer filiação política, quem promove o respeito pelas diferentes correntes espirituais da cidade e pela tolerância, quem sendo laico participou nas procissões católicas tradicionais da cidade, valorizou as raízes judaicas e islâmicas. Só Antonio Costa e a listas do PS, abertas aos cidadãos independentes, podem fazer de Lisboa uma cidade das pessoas, uma grande metrópole cosmopolita uma cidade global, como já fomos no passado e temos o direito e a possibilidade de ser de novo no futuro.

José Leitão

domingo, 4 de outubro de 2009

António Costa visita Benfica


A campanha UNIR LISBOA anda nas ruas, ao som da música de Lisboa.

É nos bairros, nas ruas e nas casas de Lisboa que os candidatos à Câmara Municipal e às freguesias recebem o abraço, as preocupações e a força das pessoas, com os quais é possível UNIR LISBOA no dia 11 de Outubro.

Ontem e hoje, António Costa visitou a freguesia de Benfica, com destaque para a Estrada de Benfica, Mercado de Benfica e Bairro da Boavista.


Galeria de fotos

António Costa promove os transportes públicos

Dia 5 de Outubro (segunda-feira), 12h30

António Costa, na sua promoção dos transportes públicos de Lisboa, realizará um passeio de eléctrico rápido entre o Terreiro do Paço e Belém.

Consulte o site: António Costa - Unir Lisboa

António Costa aposta no transporte não poluente

A candidatura Unir Lisboa organizou, hoje, um passeio de bicicleta entre a Torre de Belém e o Cais do Sodré. A iniciativa, muito concorrida, utilizou a ciclovia com de cerca de 7 km que une estas zonas ribeirinhas e que foi concluída neste mandato.

O passeio serviu para assinalar a aposta que está a ser feita neste modo de transporte, com a construção de uma rede de ciclovias em percursos-chave da cidade de Lisboa. Os objectivos desta medida são, por um lado, aumentar as escolhas dos lisboetas no que diz respeito à sua mobilidade e ao lazer; por outro, fomentar a utilização de um meio de transporte não poluente.

A ideia de que Lisboa não pode ser “pedalada” é questionada diariamente por todos os que utilizam este meio de transporte nas suas deslocações e nos seus tempos-livres. Como António Costa frisou no seu discurso, Lisboa tem desníveis que desafiam a capacidade física de muitas pessoas. Mas tem, também, muitas e vasta áreas planas, onde é possível (e agradável) utilizar a bicicleta. Entre estas, incluem-se Alvalade, Telheiras ou a Frente Ribeirinha.

O desafio está, por isso, em ter a coragem e a ambição de criar melhores condições para a utilização da bicicleta nos percursos diários ou de lazer.
A candidatura Unir Lisboa propõe:

- reforçar a aposta nos modos suaves de locomoção, com destaque para o investimento na melhoria das condições cicláveis;
- implementar o programa de bicicletas partilhadas, actualmente em concurso;
- promover um programa de bicicletas eléctricas, que são particularmente adequadas às características topográficas da cidade.

Dar pedalada a Lisboa é aumentar as opões de mobilidade dos cidadãos e contribuir para melhorar o ambiente urbano. Em suma, é ganhar qualidade de vida!

Juliana Martins ( em Blog Unir Lisboa)

Segurança em Lisboa

O candidato da direita, num cartaz de grandes dimensões, escreveu esta frase tão bombástica quanto enganadora: “Comigo a Polícia vai estar nos Bairros “ . Convirá perguntar, mas qual polícia?

A GNR e a PSP não podem ser de certeza, uma vez que estão sob tutela da Administração Interna. Relativamente à Polícia Municipal, como é sabido, tem um conjunto muito vasto de competências atribuídas, que vão desde a fiscalização nas áreas do urbanismo, comércio e abastecimentos, actividade dos guardas-nocturnos, até à realização de diligências judiciais, tudo isto com um efectivo de pouco mais de 500 agentes. Hoje em dia a Polícia Municipal tem também a atribuição do policiamento da Baixa, com o recurso a veículos eléctricos, mas este é um caso excepcional, devido às características muito próprias daquele local. Não é possível, com a dimensão actual, expandir da mesma forma a sua acção a outras áreas da cidade.

É absolutamente necessário que à Polícia Municipal sejam atribuídas competências alargadas na área da segurança rodoviária, através de uma reestruturação interna acompanhada da transferência para o seu quadro de pessoal de uma parte substancial dos efectivos da actual Divisão de Trânsito da PSP de Lisboa – actualmente com 630 agentes - bem como das respectivas infra-estruturas e recursos financeiros, de forma a garantir que a cidade possa gerir e fiscalizar de forma eficaz a mobilidade no seu território.

Desta forma, o corpo policial municipal ganharia massa crítica, para poder actuar noutros sectores de actividade e em conjunto com outras forças policiais, tirando partido do conceito de sinergias, em que o resultado final é superior à soma das partes. Este forma de actuação do tipo multi-forças (PSP, GNR, PM) com comando unificado, permitiria obter dimensão e ao mesmo tempo transmitir segurança aos cidadãos na vigilância dos espaços públicos. O velho paradigma de uma esquadra em cada freguesia, com os agentes ali encerrados à espera da erupção do crime para actuar está ultrapassado e revela-se absolutamente consumidor de recursos e pior que tudo, inútil.

A experiência de António Costa na administração interna permitiu-lhe conhecer, com detalhe, os problemas de segurança, e, como tal, ter uma visão de conjunto do sector. A sua eleição é, assim, garantidamente uma certeza, que iremos ter uma Lisboa bem mais segura.

Rui Alves

António Costa visita Bairro da Boavista



António Costa visita Bairro da Boavista, Domingo, 4.Out, 18h00, acompanhado por Helena Roseta, ambos candidatos à Câmara Municipal de Lisboa, e Inês Drummond, candidata pelo PS à Junta de Freguesia de Benfica

Local da concentração: Farmácia do Bairro da Boavista.

Compareça.

http://www.unirlisboa.net

http://benficasolidaria.blogspot.com/

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

António Costa pede maioria absoluta



António Costa pediu, esta sexta-feira, a maioria absoluta, sublinhando que «as eleições só se ganham depois de contados todos os votos».


Ver reportagem completa TSF

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Sócrates confiante em vitória em Lisboa, António Costa apela à mobilização



«O secretário-geral do PS, José Sócrates, expressou hoje confiança numa “grande e expressiva” vitória de António Costa em Lisboa, mas o cabeça-de-lista do PS à Câmara da capital sublinhou que “nada está decidido ou ganho”.

“Ele é um grande político e tenho a certeza que vai ter uma grande e expressiva vitória eleitoral”, disse José Sócrates aos jornalistas, à entrada da Gare Marítima de Alcântara, onde foi apresentada a comissão de honra da candidatura “Unir Lisboa”. O secretário-geral dos socialistas sublinhou o “grande trabalho” que António Costa realizou nos últimos dois anos à frente da autarquia lisboeta.

Um trabalho que os lisboetas irão reconhecer, bem como os “méritos pessoais e políticos” de António Costa, acrescentou Sócrates. O secretário-geral do PS afirmou encarar como “um dever” a sua participação na campanha para as eleições autárquicas de 11 de Outubro.

Mais prudente que José Sócrates, António Costa fez um apelo à mobilização e sublinhou que “nada está ainda decidido ou ganho”. “Cada eleição é uma eleição, com um quadro político, um contexto local e protagonistas próprios. Nem a vitória de ontem do PS garante por si a nossa vitória, nem a soma aritmética dos votos dos partidos da coligação que nos defronta a impede”, afirmou.

António Costa sublinhou que o “voto útil, construtivo e eficaz de que Lisboa precisa é nas listas do PS”. “Temos condições para uma vitória da candidatura Unir Lisboa na Câmara, na Assembleia Municipal e nas freguesias, permitindo governar a cidade com estabilidade, coerência programática, cooperação institucional, rigor e ambição”, declarou.

A comissão de honra da candidatura de António Costa reúne mais de 900 nomes que, apesar do grande peso da Cultura, provêem de diversas áreas de intervenção, integrando desde o escritor e ensaísta Eduardo Lourenço ao presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira. O Sporting também está “representado”, com o presidente do Conselho Fiscal do clube, Agostinho Abade, e o ex-presidente e empresário Filipe Soares Franco.

O constitucionalista Jorge Miranda, o fiscalista Medina Carreira, o presidente da Agência para o Investimento, Basílio Horta, Frei Bento Domingues, o arquitecto Carrilho da Graça ou o escritor Jacinto Lucas Pires integram igualmente a comissão de honra. “O melhor de Lisboa está aqui”, disse António Costa, sublinhando o “grande sentido de responsabilidade” que aqueles apoios lhe dão.

Para José Sócrates, o conjunto ecléctico de apoios à candidatura “Unir Lisboa” “significa uma grande capacidade de atracção do Partido Socialista”. O mandatário sénior da candidatura, Raul Solnado, recentemente falecido, foi recordado por António Costa no início da sua intervenção, numa evocação que pôs a sala a aplaudir de pé e emocionou José Sócrates.»

28.09.2009 - 22h19 Lusa, publicado no Público Online

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

António Costa inaugurou a Casa Poema Fernando Pessoa

António Costa, no dia 16 d Setembro, inaugurou a Casa Poema Fernando Pessoa

Inaugurada em Novembro de 1993, a Casa Fernando Pessoa foi concebida pela Câmara Municipal de Lisboa como um centro cultural destinado a homenagear Fernando Pessoa e a sua memória na cidade onde viveu e no bairro onde passou os seus últimos quinze anos de vida, Campo de Ourique.

(Rua Coelho da Rocha, em Campo de Ourique)
http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt // www.mundopessoa.blogs.sapo.pt

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Todos - Caminhada de Culturas

Viajar pelo mundo sem sair de Lisboa

Lisboa é uma cidade construída através de uma profunda mestiçagem cultural e biológica ao longo de séculos, onde conviveram e se misturaram diversos povos e culturas, que sempre que se assumiu como cidade cosmopolita foi uma grande metrópole internacional e que sempre que se tornou intolerante, entrou em decadência.
António Costa na inauguração de Todos – Caminhada de Culturas aqui, referiu que antes de Richard Florida e das suas ideias sobre cidades criativas já Antero de Quental nos tinha alertado para o facto de que não há progresso e desenvolvimento sem tolerância.
Lisboa com António Costa tem vivido sob o signo da tolerância como já referimos aqui, no respeito pela diversidade cultural e espiritual, pelo que cada cidadão tem de livre e de diferente.
O evento Todos - Caminhada de Culturas, que já referimos aqui, foi uma extraordinária iniciativa cultural e social, de uma cidade amigável, que valoriza a participação, a criatividade e a diversidade dos cidadãos.
Este evento integrou-se na programação de LEM (Lisboa, Encruzilhada de Mundos) da responsabilidade da vereadora Manuela Júdice, em parceira com a Academia de Produtores Culturais, e contou com a concepção de Miguel Abreu, Madalena Victorino, Giacomo Scalisi e Inês Barahona.
Neste evento que teve sempre no centro as pessoas da Mouraria, “o Bairro mais multicultural de Lisboa” com escreveu Alexandra Prado Coelho no Público aqui, cruzaram-se fotografia, música, cinema, dança, gastronomia, envolvendo alfacinhas com novos lisboetas provenientes de outras regiões do país, da África, da Ásia, do Leste da Europa.
É preciso que se saiba em todo o país e no estrangeiro que é possível viajar pelo mundo sem sair de Lisboa e que a Mouraria é um dos bairros de Lisboa por onde se deve começar.
Envolver os cidadãos, respeitando a sua dignidade, valorizando a sua diversidade, e fomentando a sua participação é a chave para a reabilitação e o desenvolvimento urbano e não há desenvolvimento sem mobilização da dimensão cultural e da participação dos cidadãos.
Esta preocupação de envolver os cidadãos está muito presente na forma como foi utilizada a fotografia, desde os auto-retratos de Carlos Morganho, realizados com a participação directa dos fotografados, até às fotografias dos residentes da autoria de Camilla Watson, Carlos Morganho, Georges Dussaud, Luis Pavão, Luísa Ferreira, Helena Gonçalves, quer as que foram expostas no Arquivo Fotográfico aqui, quer nas frontarias dos prédios do Martim Moniz e no Beco das Farinhas, sem esquecer as exposições fotográficas no Centro Comercial da Mouraria e no Grupo Excursionista Recreativo dos Amigos do Minho.
A vida e a arte devem estar entrelaçadas. A arte deve contribuir para dar mais cor, sabor e nitidez à vida e é muito inspirador que este evento se intitule caminhada de culturas, o que aponta para um ir mais além, para a abertura e não para o fechamento. O comércio, muito presente na Mouraria, foi sempre um meio através do qual as religiões e culturas se transmitiram e se cruzaram.
Tive oportunidade de seguir um grupo indiano, o Jaipur Maharaja Brass Band, no sábado de manhã desde o Largo do Intendente até ao Martim Moniz passando pela Rua do Benformoso e devo dizer-vos que vale a pena habituarmo-nos a palmilhar Lisboa, a conhecê-la na sua diversidade. Não há nenhuma razão para que não continuemos a palmilhar Lisboa, da Igreja de S. Domingos, no Rossio, aos Anjos.
A Mouraria era conhecida a nível nacional pela procissão de Nossa Senhora da Saúde, acontecimento espiritual e cultural de grande significado. Passou agora a contar anualmente com um evento cultural que tem como vocação mobilizar toda a diversidade cultural existente e que contribuirá para a projecção de Lisboa como grande metrópole cosmopolita a nível nacional e internacional.
Imagem retirada do sítio da Câmara Municipal de Lisboa aqui, na qual se vê a forma como as fotografias realizadas por Georges Dussaud foram expostas no Martim Moniz.

José Leitão
Via Inclusão e Cidadania

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Lisboa sem sentido:Uma ideia de cidade


É interessante notar, nas recentes declarações dos candidatos à CML, as diferentes concepções de cidade de António Costa e PSL. Durante a tarde, António Costa resolve a embrulhada que PSL fez do Parque Mayer e á noite, num jantar cheio de apoiantes e simpatizantes da candidatura Unir Lisboa, António Costa fala de novas expansões do Metropolitano, do Eléctrico rápido e de equipamentos recuperados e postos ao serviço da população.

E o que propõe PSL? Buracos, betão e burocracias!

Nas palavras de António Costa, vemos como prioridade os transportes públicos, PSL desresponsabiliza-se e foge a questões, chutando para uma Autoridade Metropolitana de Transportes qualquer decisão sobre a expansão do Metro. Quando António Costa propõe um Eléctrico rápido que facilite a vida às pessoas, PSL propõe rotundas ao serviço do todo-poderoso automóvel E em todos os discursos, António Costa não esquece os equipamentos sociais, enquanto PSL fala de desnivelamentos, mais uma vez obras que ninguém sabe como pagará. Peço desculpa, acho que já todos sabemos que simplesmente não pagará! Com PSL é sempre quem vem a seguir que paga as contas.

Temos até 11 de Outubro para mostrarmos que Lisboa precisa controlar os carros e o estacionamento, Lisboa precisa de estratégia e seriedade, e que Lisboa precisa de António Costa.

Autor: João Boavida em Unir Lisboa